PUBLICIDADE
Topo

Boris Johnson teve "noite confortável" no hospital; febre e tosse persistem

Premiê britânico, Boris Johnson, do lado de fora da residência oficial em Londres -
Premiê britânico, Boris Johnson, do lado de fora da residência oficial em Londres

Do UOL, em São Paulo

06/04/2020 09h46Atualizada em 06/04/2020 10h32

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, teve uma noite "confortável" no hospital e está "animado", segundo informou o porta-voz do governo hoje. O político foi internado ontem no hospital St. Thomas, em Londres, para fazer novos exames já que ainda apresenta tosse e febre dez dias depois de ser diagnosticado com o novo coronavírus.

Ainda de acordo com o porta-voz, o premiê seguirá no hospital hoje em observação para avaliar os sintomas. Mais detalhes sobre a saúde de Johnson não foram divulgados.

Em um post nas redes sociais, o premiê agradeceu à equipe da NHS, rede pública de saúde, pelo atendimento. "Gostaria de agradecer à brilhante equipe da NHS por tomar conta de mim e dos outros nesse momento difícil. Vocês são o melhor da Inglaterra. Fiquem seguros e por favor lembrem-se de ficam em casa para proteger a NHS e salvar vidas", escreveu ele. Johnson também afirmou que segue em contato com sua equipe "trabalhando para combater o vírus e manter todos seguros".

Johnson, 55 anos, é o líder político mais importante a ter contraído o vírus e foi hospitalizado no domingo à noite para novos exames, anunciou seu gabinete, ao destacar que esta era uma "medida de precaução". Ele foi diagnosticado no dia 27 de março e estava em autoisolamento desde então.

O ministro da Habitação declarou que mesmo hospitalizado, Boris "segue no comando" do governo. "Hoje está no hospital para ser submetido a exames, mas continuará sendo informado dos que acontece e permanece no comando do governo", declarou à BBC Robert Jenrick, ministro da Habitação e Comunidades.

O ministro das Relações Exteriores, Dominic Raab, deve substituir Johnson no comando da reunião diária sobre o combate à covid-19 hoje.

*Com informações da AFP

Coronavírus