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Coronavírus

Clientes de restaurante brigam por causa do distanciamento social nos EUA

Clientes de um restaurante no Arkansas (EUA) se agrediram numa briga provocada pelo distanciamento social  - Reprodução/Twitter
Clientes de um restaurante no Arkansas (EUA) se agrediram numa briga provocada pelo distanciamento social Imagem: Reprodução/Twitter

Do UOL, em São Paulo

01/07/2020 08h38Atualizada em 01/07/2020 13h26

Clientes de um restaurante no Arkansas (EUA) se agrediram no último final de semana por discordarem sobre o distanciamento social em meio à pandemia do novo coronavírus.

Uma pessoa que jantava no local gravou o momento da confusão que ocorreu numa churrascaria em Little Rock. De acordo com o jornal The New York Post, uma mulher que usava máscara confrontou clientes que estavam muito perto dela, ou seja, desrespeitando as medidas de distanciamento.

Seth Crews, que filmou a briga no celular, disse ao canal KARK 4 News que ele e seu irmão estavam jantando no restaurante quando ouviram gritos vindos da área do bar. "Todos os funcionários do restaurante estavam tentando ajudar, ficaram chocados como todos nós", disse.

De acordo com um relatório policial, um funcionário do restaurante informou que viu a mulher usando máscara dizendo a outras duas que elas estavam sentadas muito perto. Ele também alegou que a mulher tossia propositalmente nos demais clientes.

Imagens de celular mostram uma mulher sentada na área do bar dizendo a dois homens "você deveria estar a um metro e meio de mim", antes de a briga começar.

Segundo testemunhas e o relatório da polícia, um homem visto no vídeo vestindo uma camisa dos EUA se aproximou deliberadamente ainda mais. O namorado da mulher que usava a máscara aparentemente bateu no homem com uma garrafa antes que dezenas de pessoas se envolvessem na briga, disseram testemunhas, de acordo com o jornal.

Ninguém envolvido na briga apresentou queixa, segundo o canal.

Os Estados Unidos registram o maior número de casos e óbitos pelo novo coronavírus: são mais de 2,6 milhões de casos confirmados e 127.425 mortes, segundo dados da Universidade John Hopkins.

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