Conteúdo publicado há 1 mês

Estação de metrô é fechada na Argentina após invasão de insetos; veja

Uma estação de metrô em Buenos Aires, na Argentina, foi interditada nesta sexta-feira (23) após ser invadida por milhares de insetos.

O que aconteceu

Uma nuvem gigante de mosquitos começou a se formar na estação Piedras da linha A do metrô, por volta das 5 horas de hoje (23). Por motivos operacionais, a abertura da estação foi adiada, permanecendo interditada por três horas. A apuração é do jornal El Clarín.

A quantidade de insetos foi tão massiva que os trabalhadores tiveram que sair da estação e ir para outras. Apenas após as 8 horas a estação foi aberta e a linha voltou a funcionar normalmente.

Fotos e vídeos da estação repleta de insetos, bem como do entorno, foram publicados nas redes sociais. Embora usuários que foram testemunhas do ocorrido tenham afirmado que se tratavam de mosquitos, as autoridades ainda não haviam confirmado o tipo de inseto que tomou a estação.

Por volta das 13h30 e após o trabalho dos fumigadores da prefeitura, os insetos ocupavam apenas a base de uma das árvores do local. No entanto, permanecia a incerteza sobre a sua origem.

Invasão de mosquitos continua

A invasão de mosquitos continua a perturbar o cotidiano das pessoas em diversos bairros de Buenos Aires. Embora a maioria seja produto das últimas chuvas e inundações e não transmita dengue. O segundo o último boletim epidemiológico da província de Buenos Aires, aqueles que transmitem a doença, persistem em quantidade.

Por isso, as autoridades avisam ser necessário manter ações de prevenção e eliminação dos criadouros do mosquito. Para evitar ser picado, as recomendações são: aplicar frequentemente repelentes de insetos, colocar mosquiteiros em portas e janelas, usar roupas de cores claras e de preferência de mangas compridas, e usar inseticidas espirais no exterior e pastilhas ou aerossóis no interior dos edifícios.

Os especialistas previram que a invasão de insetos continuaria durante esta semana e na próxima. Dada a falta de produtos repelentes, proliferaram nas redes sociais opções alternativas para espantar os mosquitos que não param de picar, informa o El Clarín.

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