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Eleito, Macris critica campanha "suja" e rebate denúncias de irregularidade

Cauê Macris (PSDB) foi reeleito presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, com o apoio de seu partido e de parte da esquerda - Gabriela Biló/Estadão Conteúdo
Cauê Macris (PSDB) foi reeleito presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, com o apoio de seu partido e de parte da esquerda Imagem: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

Bernardo Barbosa

Do UOL, em São Paulo

15/03/2019 19h39

Reeleito hoje para a presidência da Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), o deputado estadual Cauê Macris disse que a campanha para o comando da Casa foi uma das "mais sujas e baixas" da história.

Segundo Macris, o PSL usou a disputa para fazer "denuncismo". Ele chamou a ação judicial do deputado Gil Diniz para impedir sua candidatura, que não foi aceita em caráter liminar, de "tentativa de puxar o tapete".

O presidente da Alesp também criticou a exploração das denúncias de irregularidades em sua campanha eleitoral. O jornal "O Estado de S. Paulo" noticiou que cheques no valor de R$ 266 mil foram compensados em um posto de combustível do qual Macris é sócio. Segundo o deputado, o posto servia apenas como intermediário para pagar cabos eleitorais que não têm conta bancária e moram no interior.

"Tentaram atingir a minha honra e a honra da minha família, mesmo sabendo que minhas contas eleitorais foram aprovadas pela Justiça Eleitoral", disse.

O PSL lançou Janaína Paschoal para a presidência da Alesp. Com apoio inclusive do PT, Macris recebeu 70 votos, contra 16 de Janaína. O deputado criticou o comportamento da nova colega, que também questionou sua candidatura à reeleição.

"No que pese a deputada Janaína Paschoal ter tido 2 milhões de votos, ela precisa compreender nesse momento que quem tem a maioria da votação da população do estado de São Paulo sou eu. Eu tenho hoje 75% do apoio da população do estado para fazer esse jogo de equilíbrio", afirmou.

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