Roberto Kalil diz não ter sido sondado para assumir Ministério da Saúde
O cardiologista Roberto Kalil afirmou hoje não ter sido sondado ou convidado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), para assumir o Ministério da Saúde no caso da possível saída do titular da pasta, Luiz Henrique Mandetta.
No programa UOL Debate de hoje, Kalil foi questionado sobre os rumores a respeito e respondeu com veemência. "Não fui sondado, não fui convidado, absolutamente nada. São fake news, ponto", informou.
Kalil, diretor clínico do Incor e colunista de VivaBem, foi diagnosticado com o novo coronavírus e informou ter utilizado a cloroquina no tratamento. O medicamento conta com apoio de Bolsonaro e seus incentivadores no combate à covid-19.
Diante da informação tornada pública, Kalil foi elogiado em pronunciamento realizado por Bolsonaro no dia 8 de abril em cadeia nacional de rádio e televisão.
"Há pouco conversei com o doutor Roberto Kalil. Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o Juramento de Hipócrates ao assumir que não só usou a hidroxicloroquina, bem como a ministrou para dezenas de pacientes. Todos estão salvos", disse o presidente.
"Disse-me mais. Que, mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns para o doutor Kalil", acrescentou.
Com a queda de braço entre Bolsonaro e Mandetta, outros nomes passaram a ser cotados para o ministério. Osmar Terra, Nise Yamaguchi e Nelson Teich também aparecem como candidatos.
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