PUBLICIDADE
Topo

Política

Conteúdo publicado há
7 meses

"Se condenada vou cumprir minha pena", diz Damares sobre notícia-crime

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves - Agência Brasil
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves Imagem: Agência Brasil

Do UOL, em São Paulo

18/07/2020 17h08

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, usou as redes sociais neste sábado (18) para falar sobre a notícia-crime da qual é alvo no STF (Supremo Tribunal Federal).

"Se a PGR entender que cometi crime, vou responder uma ação e se condenada vou cumprir minha pena, mas garanto a todos que estou tranquila", afirmou a ministra em postagem no Facebook. "Tenho a certeza que não cometi crime algum."

Nesta semana a ministra Carmen Lúcia, do STF (Supremo Tribunal Federal), enviou à PGR (Procuradoria-Geral da República) um pedido de parecer sobre o caso.

A notícia-crime aponta um possível delito com base na Lei de Segurança Nacional, quando Damares afirmou que pediria a prisão de governadores e prefeitos na reunião ministerial do dia 22 de abril.

Para o autor da denúncia, o advogado Ricardo Bretanha Schmidt, a ministra "proferiu grave ameaça aos Poderes dos Estados, qual seja, efetuar pedidos de prisão de governadores e prefeitos, o que é de todo incabível".

"Em minha fala durante a reunião registrei, com veemência, que pediria providências e punição aos violadores de direitos e não importava quem fosse o violador, pois, acredito de verdade, que todos são iguais perante a lei", afirma a ministra.

"Se solicitada, vou apresentar minha defesa. Mas com muita calma, serenidade e respeitando as atribuições do Poder Judiciário e do Ministério Público, vamos aguardar trabalhando muito, pois estamos em meio a uma pandemia e temos vidas para salvar", diz Damares no texto.

Bolsonaro também é alvo de notícia-crime

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) também foi alvo de uma notícia-crime protocolada no Supremo por deputados federais de partidos da oposição após vincular a esquerda à pedofilia.

Política