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Pela terceira vez, Bolsonaro participa de aglomeração em SC

"A gente está aqui dando uma relaxada, mas tem trabalho", disse o presidente - Reprodução/Facebook/Jairmessiasbolsonaro
"A gente está aqui dando uma relaxada, mas tem trabalho", disse o presidente Imagem: Reprodução/Facebook/Jairmessiasbolsonaro

Eduardo Militão

Do UOL, em Brasília

16/02/2021 16h58

Pela terceira vez, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou de aglomerações em São Francisco do Sul (SC) neste feriado de carnaval. Desde sábado, ele descansa na cidade do litoral norte catarinense na companhia dos filhos Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Laura e do amigo e deputado Hélio Negão (PSL-RJ).

Nesta terça-feira (16), o presidente foi cumprimentar apoiadores que o aguardavam numa praia da cidade, atrás de grades montadas pela equipe de segurança do Planalto. Ontem, Bolsonaro intensificou uma aglomeração existente em uma praia da cidade.

No sábado, ele foi cumprimentar apoiadores nas ruas da cidade. Em todas as três aglomerações, o presidente e a maioria dos apoiadores não usavam máscara apesar da pandemia do novo coronavírus no Brasil. As festas de Carnaval foram canceladas para evitar a disseminação da doença.

Bolsonaro diz que discute combustíveis e remédio

Antes de cumprimentar os apoiadores hoje, Bolsonaro disse, em vídeo que ele divulgou em redes sociais, que fica feliz em ter contato com os moradores. "Vamos rever o povo aqui do lado, que quer tirar foto e bater um papo com a gente", iniciou o presidente.

"Eu fico muito feliz e orgulho [sic]. Peço a Deus que continue nos iluminando para realmente fazer o Brasil melhor para todos."

Ele afirmou que está em Santa Catarina para descansar, mas que está trabalhando em discussões sobre o preço dos combustíveis e em um remédio contra o coronavírus produzido em Israel. "Lógico, a gente está aqui dando uma relaxada, mas tem trabalho. Não falta trabalho. Continuamos discutindo o preço do combustível. Espero ter novidades esta semana."

Segundo o presidente, o governo estuda mandar uma comitiva para Israel. Ele disse que já tratou do assunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Bolsonaro acredita que se o medicamento foi analisado pelos fiscais do Brasil, há chances de receber o "sinal verde" da agência.

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