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Câmara de São Paulo retoma sessões virtuais para conter avanço da covid-19

Na Câmara Municipal de São Paulo, sessões voltam a ser virtuais com restrições de circulação dentro da casa legislativa - Afonso Braga / Rede Câmara
Na Câmara Municipal de São Paulo, sessões voltam a ser virtuais com restrições de circulação dentro da casa legislativa Imagem: Afonso Braga / Rede Câmara

Do UOL, em São Paulo

03/03/2021 10h33Atualizada em 03/03/2021 10h46

A Câmara Municipal de São Paulo adotou novas medidas restritivas para conter o avanço da covid-19. A partir desta quarta-feira (3), fica proibido o acesso do público à Câmara. Além disso, todas as sessões plenárias e reuniões dos parlamentares serão realizadas exclusivamente de forma virtual, de acordo com as normas publicadas no Diário Oficial da Cidade de São Paulo.

O presidente da casa legislativa, vereador Milton Leite (DEM), explicou durante a sessão presencial da terça-feira (2) que o prazo das restrições será mantido por 45 dias, podendo ser prorrogado pelo mesmo período, caso a pandemia continue avançando.

De acordo com Leite, a Câmara vai continuar debatendo os temas de interesse da cidade e não haverá prejuízo para as votações dos projetos.

"Serei tolerante e paciente na condução das sessões virtuais para que seja possível votar tudo o que for necessário, com respeito ao debate e com amplo direito à oposição", ressaltou durante a sessão da terça (2).

Apenas o vereador que irá presidir os trabalhos estará presente na Câmara. O processo de votação on-line segue o mesmo rito das apreciações presenciais em plenário, com dois turnos de discussão.

Na modalidade presencial, somente dois funcionários e dois estagiários, por gabinete, serão autorizados a circular no Legislativo. Já os funcionários que atuam nas áreas administrativas trabalharão em esquema de rodízio.

Projeto prevê lockdown de 15 dias em SP

A vereadora Luana Alves (PSOL), defendeu o lockdown por 15 dias durante a sessão desta terça-feira (2). A parlamentar alegou que o isolamento precisa ser adotado de forma responsável para que haja a manutenção de emprego e renda.

"Colapso não é demora no atendimento, não é saúde precária, é não ter atendimento, é uma pessoa a beira da morte não ser atendida num serviço de urgência e emergência. Vamos continuar na luta por uma renda básica justa, a garantia dos empregos e de vacinação em massa!", escreveu a vereadora em sua conta do Instagram após o projeto de lei ser protocolado na Câmara.

Mesmo com as autoridades municipais e estaduais de São Paulo alegando que o colapso no sistema de saúde não é uma realidade, o interior já registrou falta de atendimento aos pacientes da covid-19 em Araraquara.

Ontem, Campinas anunciou a ampliação de medidas restritivas com a suspensão de aulas presenciais por estar em um estado de "pré-colapso".

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