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7 meses

Doria cobra governo federal por mais vacinas: 'Cadê o senso de urgência?'

Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobra outras vacinas prometidas - Divulgação/Governo do Estado de São Paulo
Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobra outras vacinas prometidas Imagem: Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Colaboração para o UOL

13/04/2021 12h53

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), cobrou do governo federal mais vacinas contra a covid-19 para imunizar toda a população brasileira o quanto antes. Doria questionou onde estão as outras vacinas prometidas, já que a grande maioria das doses que foram aplicadas até o momento é da CoronaVac.

"Tempo é vida, aliás, milhões de vidas. Onde estão as outras vacinas prometidas? Cadê o senso de urgência? Precisamos imunizar o quanto antes a população para que a vida possa voltar ao normal", escreveu o governador em sua conta oficial no Twitter.

Ao fazer a cobrança, Doria compartilhou também uma notícia que dizia que 83% dos imunizantes aplicados no país são da CoronaVac, desenvolvido pela Sinovac, na China, em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, órgão ligado ao governo paulista.

A notícia do jornal Valor Econômico usa como fonte os dados fornecidos pelo Ministério da Saúde. Em checagem feita pelo UOL, o levantamento mostra que 83,2% das doses aplicadas no Brasil foram da CoronaVac, contra apenas 16,8% do imunizante da AstraZeneca/Oxford, produzido atualmente pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), uma instituição federal.

Segundo a última atualização da plataforma de vacinas da pasta, feita às 11h32 de hoje, o país aplicou até agora 27.615.326 doses de vacinas contra a covid-19. As informações divulgadas pelo Ministério são da RNDS (Rede Nacional de Dados em Saúde).

Para cumprir a meta de conseguir doses suficientes para imunizar toda a população ainda em 2021, o governo federal assinou contratos com outras empresas. Mas, até agora, as vacinas aplicadas no território nacional são somente a CoronaVac e a da AstraZeneca, desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

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