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Covas anuncia que hospital de campanha do Pacaembu será fechado na segunda

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), em coletiva de imprensa sobre o anúncio de medidas de combate ao coronavírus - Roberto Casimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), em coletiva de imprensa sobre o anúncio de medidas de combate ao coronavírus Imagem: Roberto Casimiro/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Do UOL, em São Paulo

26/06/2020 13h21

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), anunciou hoje que o hospital de campanha do Pacaembu será fechado na segunda-feira (29).

"A prefeitura entende que chegou o momento de fechar esses leitos na cidade", afirmou. Segundo Covas, a queda no número de internações nos hospitais de campanha da capital dá a tranquilidade para o fechamento. O político tucano ainda enfatizou que há leitos disponíveis na unidade do Anhembi.

"Desde o dia 1º de junho, a taxa de ocupação dos leitos dos hospitais de campanha e de enfermaria vem caindo na capital. Estamos há quatro semanas de queda nessa taxa. Nos últimos dez dias, estamos abaixo dos 50%, o que nos dá tranquilidade para fechar o hospital de campanha no Pacaembu. Temos 900 leitos no Anhembi, que podem ser utilizados. São 900 leitos que hoje a prefeitura não paga, não estão sendo utilizados, mas que podem ser usados a qualquer momento", disse Covas.

De acordo com o prefeito, o custo final do hospital de campanha será de R$ 23 milhões — a previsão inicial era de R$ 28,6 milhões.

"Se a gente dividir os R$ 23 milhões pelas 1,5 mil internações, vamos chegar a um valor de 15,3 mil reais para cada internação no hospital de campanha do Pacaembu, que salvou 99,8% das pessoas que por lá passaram", disse Covas.

O fechamento do hospital de campanha do Pacaembu já era esperado. No início desta semana, profissionais de saúde que trabalham no local disseram à reportagem do UOL que parte da equipe que atuava ali já havia sido transferida para outras unidades administradas pela Organização Social do Hospital Israelita Albert Einstein.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do que foi informado, o Hospital de Campanha do Pacaembu recebeu 1,5 mil internações, e não 15 mil internações. A informação foi corrigida.

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