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Eduardo Leite diz que RS negocia para comprar vacinas Sputnik V e da Pfizer

Eduardo Leite anunciou que viajará a São Paulo para negociar com empresas - Reprodução/Facebook
Eduardo Leite anunciou que viajará a São Paulo para negociar com empresas Imagem: Reprodução/Facebook

Colaboração para o UOL

25/01/2021 15h17

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, disse que está negociando as compras das vacinas da Pfizer/BioNTech e Sputnik V. Esses imunizantes ainda não têm autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso emergencial no Brasil por enquanto.

"Estou em São Paulo e, entre outras agendas, terei encontros amanhã com as farmacêuticas União Química, que produz a Sputnik, e com a Pfizer para tratar sobre a possibilidade de o Estado adquirir vacinas. Seguimos firmes com o compromisso de garantir a imunização dos gaúchos!", publicou Eduardo Leite no Twitter.

O governador não deu mais detalhes sobre essas negociações, nem sobre as aprovações necessárias para essas vacinas.

O laboratório Gamaleya, que desenvolveu a vacina Sputnik V, já tentou fazer o pedido para uso emergencial no Brasil. Mas os documentos iniciais foram devolvidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), por falta de informações.

Ontem 21 defensorias públicas estaduais e do Distrito Federal entraram com um pedido no STF (Supremo Tribunal Federal) para ingressarem como parte na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) n° 6661, movida pelo Governo da Bahia, que trata da liberação da vacina Sputinik V pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A ação tenta viabilizar de modo rápido a liberação da vacina russa para imunização da população. Caso o STF acolha, a ação ganha o apoio das defensorias por meio do Grupo de Atuação Estratégica das Defensorias Públicas Estaduais e Distrital nos Tribunais Superiores e Colégio Nacional de Defensores Públicos Gerais.

A Pfizer já fez uma oferta de venda para o Ministério da Saúde, que foi ignorado. Recentemente o governo federal apresentou argumentos para tentar explicar por que não adquiriu os imunizantes. Muitas alegações do Ministério foram criticadas por especialistas.

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