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15 dias

RJ: Fila por leito de UTI de covid volta a crescer após 8 dias

Covid: Procura por leito de UTI no estado aumentou depois de 10 dias de queda - Rogerio Santana/Governo do Rio de Janeiro
Covid: Procura por leito de UTI no estado aumentou depois de 10 dias de queda Imagem: Rogerio Santana/Governo do Rio de Janeiro

Colaboração para o UOL

17/04/2021 09h48Atualizada em 18/04/2021 10h24

A fila por um leito de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) para pacientes com o novo coronavírus no estado do Rio de Janeiro voltou a crescer ontem depois de oito dias consecutivos de queda. De acordo com o governo, nesta sexta-feira, havia 307 pessoas com a covid-19 à espera de uma vaga de UTI.

Desde o último dia 8, a fila por um leito de terapia intensiva para infectados com a doença no estado vinha caindo; veja a evolução:

  • 8 de abril: 643
  • 9 de abril: 602
  • 10 de abril: 588
  • 11 de abril: 447
  • 12 de abril: 419
  • 13 de abril: 350
  • 14 de abril: 344
  • 15 de abril: 280
  • 16 de abril: 307

No dia 28 de março, o estado chegou ao maior número de pacientes com covid-19 em busca de UTI em toda a pandemia. Na ocasião, 710 pessoas estavam precisando de uma vaga de terapia intensiva. O mês apresentou sucessivas quebras de recordes no índice.

No primeiro ciclo de contaminação da doença, no início do ano passado, o recorde havia sido de 510 pessoas, em 9 de maio.

Quase 700 mil casos

Ainda segundo o governo, o Rio está prestes a chegar aos 700 mil casos confirmados do novo coronavírus. Atualmente, são 697.753 fluminenses infectados pela doença. O número de mortes chega a 40.716.

Das nove regiões do estado, a Metropolitana I, que engloba a capital fluminense e a Baixada Fluminense, está com o patamar mais elevado de contaminação pela covid-19, com o risco muito alto e na bandeira roxa. Todas as outras oito estão na bandeira vermelha, de risco alto.

Já entre os 92 municípios do estado, 15 deles estão com o risco muito alto, dentre eles a capital.

Sobre a ocupação dos leitos para tratamento da doença, oito cidades já atingiram a capacidade máxima e estão sem vagas. Outras três estão com a lotação acima dos 90% e mais três passam de 80%, dentre elas o Rio de Janeiro.

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