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Covid: 131,6 milhões de brasileiros completam vacinação, 61,7% da população

Brasil já conta com mais de 131,6 milhões de pessoas com vacinação completa contra a covid-19 - JOãO NOGUEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
Brasil já conta com mais de 131,6 milhões de pessoas com vacinação completa contra a covid-19 Imagem: JOãO NOGUEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Colaboração para o UOL, em São Paulo

25/11/2021 20h09

O Brasil alcançou hoje a marca de 131,6 milhões de pessoas com vacinação completa contra a covid-19. Ao todo, 131.649.449 brasileiros receberam a segunda dose ou a dose única do imunizante contra a doença, o equivalente a 61,72% da população nacional. Os dados foram levantados pelo consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nas informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde.

Nas últimas 24 horas, foi registrada a aplicação de um total de 1.592.298 doses de vacina contra a covid-19 em todo o território nacional. Neste período, 1.297.999 pessoas finalizaram o esquema vacinal - destas, 1.274.821 tomaram a segunda e outras 23.178, a única. Também foram vacinados 52.000 brasileiros com a primeira e 242.299 com a de reforço entre ontem e hoje.

Até agora, foram vacinadas 158.447.349 pessoas com a primeira dose, o correspondente a 74,28% da população do país. A dose de reforço foi aplicada em 15.281.170 brasileiros até agora.

O estado de São Paulo continua na liderança entre aqueles com a maior parcela da população com vacinação completa: 74,4% de seus habitantes. Na sequência, estão Mato Grosso do Sul (69,67%), Rio Grande do Sul (67,24%), Santa Catarina (66,5%) e Paraná (65,41%).

Em termos percentuais, os paulistas também ocupam a primeira posição quanto à aplicação da primeira dose: 81,37% da população local. Santa Catarina (77,89%), Rio Grande do Sul (77,14%), Paraná (76,92%) e Minas Gerais (76,33%), vêm a seguir.

Não é hora de falar em Réveillon e Carnaval, diz secretário de saúde de SP

O secretário de saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, afirmou hoje que "não é hora de falar em Réveillon ou Carnaval" enquanto mais de 50% dos jovens entre 12 e 29 anos do estado ainda não tomaram a 2ª dose da vacina contra covid-19, que reduz a transmissão da doença e os riscos de internação e morte.

"Não é o momento ideal. Nós temos que entender que, em festas como essa, há aglomeração de pessoas que gritam, cantam, retiram as máscaras e não respeitam a questão relacionada ao controle da pandemia", disse Gorinchteyn a jornalistas.

Ele acrescentou que a decisão de desobrigar o uso de máscaras em locais abertos "não é sinal de que a pandemia acabou". O governo de São Paulo anunciou ontem a liberação do uso obrigatório de máscaras a partir do dia 11 dezembro —a proteção seguirá obrigatória em locais fechados e transporte público.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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