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Covid: 132,5 milhões de brasileiros completam vacinação, 62,1% da população

Brasil conta com mais de 132,5 milhões de habitantes com vacinação completa contra a covid-19 - Caio Rocha/Framephoto/Estadão Conteúdo
Brasil conta com mais de 132,5 milhões de habitantes com vacinação completa contra a covid-19 Imagem: Caio Rocha/Framephoto/Estadão Conteúdo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

27/11/2021 20h00

O Brasil alcançou hoje a marca de 132,5 milhões de pessoas com ciclo vacinal completo contra a covid-19. Ao todo, 132.586.608 brasileiros receberam a segunda dose ou a dose única de imunizante contra a doença, o correspondente a 62,15% da população nacional. O levantamento é do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nas informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde.

Nas últimas 24 horas, 262.952 habitantes concluíram o esquema vacinal - destes, 262.303 tomaram a segunda dose e outros 649, a única. Houve ainda a aplicação de 61.134 primeiras e 130.396 de reforço no mesmo intervalo de tempo. No total, foram aplicadas 454.482 doses de vacina contra a covid em todo o país entre ontem e hoje.

Até o momento, 158.711.823 brasileiros foram vacinados com a primeira dose, o equivalente a 74,4% da população do país. Quanto às doses de reforço, o total de aplicações chegou a 15.768.955.

Acre, Alagoas, Ceará, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Roraima não informaram dados atualizados sobre a vacinação até o horário de fechamento do boletim do consórcio, às 20h.

O estado de São Paulo é o único com pelo menos 70% de sua população com vacinação completa: 74,65% de seus habitantes já receberam as duas doses ou a única. Mato Grosso do Sul (69,79%), Rio Grande do Sul (67,94%), Santa Catarina (67,39%) e Paraná (65,77%) completam os cinco primeiros colocados.

Proporcionalmente, os paulistas também estão à frente na vacinação com a primeira dose: 81,4% da população local. Na sequência, estão Santa Catarina (78,14%), Rio Grande do Sul (77,27%), Paraná (77,08%) e Minas Gerais (76,46%),

SP: Nova variante põe Réveillon em risco, mas ainda não ameaça Carnaval

Diante da proliferação de uma nova variante da covid-19, a ômicron, e da proximidade da virada do ano, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo tende a não apoiar a organização de mega-aglomerações de Réveillon. Já as festas de Carnaval, previstas para daqui a cerca de três meses, podem acontecer se até lá os indicadores da pandemia estiverem controlados. A avaliação é do secretário estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn.

Ao UOL, Gorinchteyn afirmou que o alto índice de vacinação no estado tranquiliza o cenário epidemiológico para a chegada de uma nova variante, mas sugere cautela ao comentar sobre as comemorações. Ele reconhece que, mesmo que autoridades não organizem as festas de Réveillon, as pessoas irão celebrar em suas casas ou em festas privadas.

Nós estamos com muita atenção à sugestão para que o Réveillon não aconteça. Em relação ao Carnaval, nós temos ainda três meses de avaliação, pode ser que tenhamos um ambiente muito mais favorável. É um outro passo a ser discutido lá pra frente", disse Gorinchteyn.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.

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