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França espera que Brasil continue comprometido com a causa climática

4.out.2018 - Imagem do Ibama mostra desmatamento em fazenda - Divulgação/Ibama
4.out.2018 - Imagem do Ibama mostra desmatamento em fazenda Imagem: Divulgação/Ibama

18/12/2018 17h58

A França espera que o Brasil continue comprometido com a luta contra o aquecimento global, embora tenha renunciado a organizar a cúpula sobre o clima COP 25 em 2019, declarou nesta terça-feira (18) o chanceler francês, Jean-Yves Le Drian.

"Contamos com o Brasil para que continue junto a nós comprometido com este desafio mundial, junto com o México e tantos outros sócios latino-americanos", declarou Jean-Yves Le Drian ao apresentar as prioridades da presidência francesa do G7 em 2019.

O Brasil desistiu, no fim de novembro, de organizar a COP 25 em 2019, uma decisão na qual participou o presidente eleito Jair Bolsonaro, cético em relação às mudanças climáticas.

Bolsonaro também indicou para o cargo de ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo, admirador do presidente americano, Donald Trump, e crítico do que considera "alarmismo climático".

O futuro chanceler também afirmou que "a esquerda fez a causa climática de refém e a perverteu até o paroxismo" e que o "marxismo cultural influenciou o dogma científico da mudança climática".

Durante a próxima reunião do G7, que será realizada em Biarritz (sudoeste da França) em agosto, será organizada uma conferência One Planet sobre a ação climática e ecológica, que associa organizações internacionais, Estados e ONGs, detalhou Le Drian.

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