PUBLICIDADE
Topo

Internacional

Morre Charlotte Wahl, mãe de Boris Johnson, aos 79 anos

Charlotte Johnson estudou Literatura em Oxford, onde conheceu Stanley, pai de Boris Johnson - David M. Benett/Getty Images
Charlotte Johnson estudou Literatura em Oxford, onde conheceu Stanley, pai de Boris Johnson Imagem: David M. Benett/Getty Images

Em Londres (Reino Unido)

14/09/2021 06h51Atualizada em 14/09/2021 07h18

A artista e pintora Charlotte Johnson Wahl, mãe do primeiro-ministro britânico Boris Johnson, que uma vez a chamou de "autoridade máxima" da família, morreu aos 79 anos. A informação foi reportada inicialmente pelo jornal inglês The Times.

Charlotte Johnson Wahl, que foi diagnosticada com o mal de Parkinson quando tinha 40 anos, morreu de maneira "repentina, mas em paz", no Hospital St Mary, no centro de Londres, afirmou a família Johnson.

Além ser a mãe de Alexander, conhecido desde a adolescência por seu segundo nome, Boris, ela tinha mais três filhos: Rachel, jornalista, Leo, um especialista em meio ambiente, e Jo, um antigo secretário de Estado conservador.

A família Johnson, como muitas famílias britânicas, ficou muito dividida sobre o Brexit. Boris revelou que a mãe votou a favor da saída da União Europeia, enquanto sua irmã Rachel era pró-UE.

O pai de Boris, Stanley, foi um dos primeiros funcionários britânicos em Bruxelas, membro do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia.

Filha do advogado James Fawcett, que foi presidente da Comissão Europeia de Direitos Humanos na década de 1970, Charlotte Johnson Wahl estudou Literatura na prestigiosa Universidade de Oxford, onde conheceu Stanley Johnson, com quem se casou em 1963.

Ela interrompeu os estudos para viajar aos Estados Unidos, onde Boris Johnson nasceu em 1964.

Charlotte, então, voltou para completar a graduação em Literatura, antes de começar a ganhar a vida como retratista.

Ela e Stanley Johnson se divorciaram em 1979. Charkitte se casou novamente em 1988, com um professor de História americano, Nicholas Wahl, e morou em Nova York até a morte dele, em 1996.

Internacional