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África do Sul quer acelerar vacinação para combater variante ômicron

Enfermeira prepara vacina contra covid-19 na África do Sul, onde foi identificada a variante ômicron - REUTERS/Siphiwe Sibeko
Enfermeira prepara vacina contra covid-19 na África do Sul, onde foi identificada a variante ômicron Imagem: REUTERS/Siphiwe Sibeko

06/12/2021 12h26

Diante do aumento de casos de covid-19 devido à variante ômicron, o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa convocou a população a se vacinar o mais rápido possível.

A África do Sul, oficialmente o país mais afetado do continente, superou os três milhões de casos na semana passada, com uma taxa de 25% casos positivos, em comparação com 2% há quinze dias.

A variante ômicron foi detectada pela primeira vez na África do Sul no final de novembro.

"Enfrentamos uma taxa de contágio sem precedentes desde o início da pandemia", afirmou o presidente Ramaphosa em sua carta de informações semanal.

"Convoco todos os sul-africanos a irem se vacinar sem demora", acrescentou, destacando que esta nova forma do vírus é a principal responsável pela nova onda.

Desde que a nova variante foi detectada, o governo se questiona sobre a necessidade de tornar a vacinação obrigatória. Algumas empresas privadas já impuseram a vacina para seus funcionários.

Cerca de 14,8 milhões de sul-africanos estão totalmente vacinados - quase 25% da população - enquanto as autoridades estabeleceram a meta de vacinar 70% da população até o fim do ano.

Neste fim de semana vários centros de vacinação foram abertos no país: em shoppings, pontos de ônibus, igrejas, aeroportos, centros esportivos etc.