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Major Olímpio: movimentações de ex-assessor não são comuns e desgastam governo

18.dez.2018 - Senador eleito Major Olímpio (PSL) é diplomado durante cerimônia realizada pelo TRE - NEWTON MENEZES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
18.dez.2018 - Senador eleito Major Olímpio (PSL) é diplomado durante cerimônia realizada pelo TRE Imagem: NEWTON MENEZES/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Daniel Weterman e Adriana Ferraz

São Paulo

18/12/2018 19h39

O senador eleito Major Olímpio (PSL-SP) admitiu que as movimentações financeiras envolvendo um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), não são comuns e desgastam o futuro presidente.

"Não é comum, tanto que está sendo questionado", disse Olímpio nesta terça-feira (18), ao ser questionado sobre o caso identificado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), quando chegou à cerimônia de diplomação dos políticos paulistas eleitos em outubro.

Fabricio de Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro, será ouvido pelo Ministério Público do Rio nesta quarta-feira (19), após o Coaf ter identificado movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta bancária.

"É lógico que acontece o desgaste (ao governo) pela repercussão. A partir do momento em que estiverem esclarecidas as coisas... eu espero que sejam esclarecidas com o depoimento amanhã", declarou Olímpio, que afastou a responsabilidade de Jair Bolsonaro no caso e afirmou que não há "pressão" dos partidos aliados em torno do assunto.

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