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Após 2 dias, Bolsonaro diz lamentar 500 mil óbitos e defende tratamento precoce

Dois dias depois do Brasil superar a marca de 500 mil mortes por covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que lamenta o fato - Ueslei Marcelino/Reuters
Dois dias depois do Brasil superar a marca de 500 mil mortes por covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse que lamenta o fato Imagem: Ueslei Marcelino/Reuters

Gustavo Côrtes e Matheus de Souza

Brasília e São Paulo

21/06/2021 14h43Atualizada em 21/06/2021 16h18

Dois dias depois de o País superar a marca de 500 mil mortes por covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta segunda-feira, 21, que lamenta o fato, assim como qualquer óbito pela doença.

Em conversa com jornalistas, em Guaratinguetá (SP), Bolsonaro, no entanto, voltou a defender remédios do chamado tratamento precoce, cuja eficácia não têm comprovação científica. "É a primeira vez na história que se busca atender as pessoas depois que estão hospitalizadas".

Bolsonaro defendeu a autonomia dos profissionais da saúde para indicarem o tratamento que considerarem adequado aos pacientes. "Eu defendo a liberdade do médico poder tratar o paciente como quiser, e assim entende o Conselho Federal de Medicina", afirmou.

O presidente voltou a mencionar um suposto documento do Tribunal de Contas da União (TCU) no qual, segundo ele, havia indícios da prática de supernotificação de mortes por covid-19 por parte de governos estaduais. O órgão desmentiu e garantiu que não apontou irregularidades por parte de gestões locais.

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