Começa hoje convenção que consagrará nomeação de Hillary

FILADÉLFIA, 25 JUL (ANSA) - A convenção do Partido Democrata começa nesta segunda-feira, dia 25, na Filadélfia, nos Estados Unidos, com grandes expectativas sobre a ex-secretária de Estado Hillary Clinton, que deve ser nomeada oficialmente como candidata da legenda na corrida pela Casa Branca. A esposa do ex-presidente Bill Clinton tem como maior desafio aumentar sua popularidade entre os possíveis eleitores.   

Hillary precisa ultrapassar a popularidade do republicano Donald Trump. Segundo uma pesquisa de CNN/ORC, ele está à frente entre os eleitores por cerca de 3% dos votos. Se as eleições fossem hoje, ele teria 48% dos votos e ela 45%. Acusada de corrupção pelos republicanos, a mesma pesquisa aponta que, para cerca de 68% dos norte-americanos, Hillary não é considerada honesta ou confiável. Além da população comum ter problemas de se identificar com ela por ser considerada muito elitista, sua campanha ainda sofre os efeitos do caso "e-mailgate". Enquanto foi secretária de Estado, Hillary usou um servidor privado para enviar mensagens oficiais, impedindo as autoridades norte-americanas de ter acesso aos registros de suas comunicações profissionais, como é de praxe para quem ocupa cargos públicos. Para dificultar ainda mais a situação do partido, um vazamento de e-mails causou a saída da presidente do Comitê Nacional Democrata (DNC, na sigla em inglês), Debbie Wasserman Schultz neste final de semana. As mensagens revelaram uma propensão da legenda a apoiar Hillary.   

Vice - Clinton terá como seu vice o senador da Virgínia, Timothy Kaine. A escolha, mesmo que desagrade à ala mais à esquerda do Partido Democrata, foi pensada, justamente, para o eleitorado hispânico nos EUA. Hillary, que usa um discurso de união nacional ao contrário do muro na fronteira do México proposto por seu rival Donald Trump, reafirmou sua escolha por Kaine, a quem considera uma pessoa capaz de provocar a união. Republicanos - Na última semana, a convenção do Partido Republicano consagrou o polêmico magnata Donald Trump como candidato às eleições. Também conhecido como apresentador, o bilionário fez de sua participação no evento um show e confirmou seu polêmico programa de governo. (ANSA)
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