Reformas de Renzi na Itália em 2016 entram na mira da UE

BRUXELAS, 24 ABR (ANSA) - As reformas realizadas pelo governo do ex-primeiro-ministro italiano Matteo Renzi no ano de 2016 estão sendo analisadas pela Comissão Europeia, disseram fontes de Bruxelas nesta segunda-feira (24) à ANSA. De acordo com as fontes, a Itália teria desrespeitado os planos de governo apresentados para a UE à epoca e, por isso, a Comissão Europeia solicitou mais informações sobre as reformas. Com o intuito de apurar mais informações, uma missão "ténica" de funcionários do bloco teria cumprido agenda em Roma nos últimos dias, disseram as fontes. Renzi foi premier da Itália de fevereiro de 2014 a dezembro de 2016. Com 39 anos de idade, ex-prefeito de Florença se tornou o mais jovem político a assumir o governo italiano. Logo após tomar posse, Renzi, do Partido Democrático (PD), de centro-esquerda, prometeu realizar uma série de reformas no país, como trabalhista, educacional, econômica, orçamentária e até constitucional, a qual tinha como objetivo alterar o sistema político italiano. A última reforma, a constitucional, foi rejeitada nas urnas e fez Renzi renunciar ao cargo. (ANSA)
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