Passageiro tirado à força de voo chega a acordo com United

WASHINGTON, 27 ABR (ANSA) - O médico David Dao, tirado à força de um voo da United Airlines que tinha dado overbooking (excesso de passageiros), chegou a um acordo de indenização com a companhia aérea.   

O anúncio foi feito pelos advogados da vítima, que, no entanto, não especificaram quais foram as quantias envolvidas. Um dos membros da defesa, Thomas Demetrio, até elogiou o CEO da United, Oscar Munoz, que antes havia criticado o passageiro.   

"O senhor Munoz disse que ia fazer a coisa certa, e ele fez.   

Além disso, a United assumiu toda a responsabilidade pelo que aconteceu", declarou. O episódio ocorreu no último dia 9 de abril, quando Dao, de 69 anos, se recusou a ceder seu assento para um dos membros da tripulação.   

Apoiado pelos comissários, um policial de Chicago arrastou o médico para fora do avião, em uma agressão que foi filmada e rodou o mundo inteiro. O agente foi suspenso de suas atividades.   

Desde então, a companhia tem sido bastante questionada.   

Nesta quinta-feira (27), a United anunciou que pagará até US$ 10 mil a passageiros que renunciarem a seus lugares em caso de overbooking, além de ter se comprometido a reduzir a prática de vender mais passagens do que assentos disponíveis.   

Na última terça (25), a empresa se envolveu em mais uma polêmica, após um coelho gigante ter morrido em um voo entre Chicago e Londres. (ANSA)
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