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Canadá investiga suspeito de matar pedestres em atropelamento

24/04/2018 11h48

NOVA YORK, 24 ABR (ANSA) - As autoridades do Canadá interrogam nesta terça-feira (24) o homem suspeito de atropelar um grupo de pedestres no norte de Toronto ontem (23), matando 10 pessoas e deixando 15 feridas. Alek Minassian, de 25 anos, foi preso em menos de 30 minutos depois de provocar o crime. A polícia ainda não esclareceu suas motivações, mas, segundo o chefe local, Mark Saunders, o crime pareceu "deliberado".   

O caso não está sendo tratado como um atentado terrorista, mas como um ataque isolado. Minassian foi indiciado por 10 homicídios voluntários e por 13 tentativas de assassinato.   

O motorista não era considerado violento por ex-colegas de escola. Segundo a imprensa local, Minassian era do subúrbio de Richmond Hill, no norte de Toronto, e não era conhecido anteriormente pelas autoridades. Ele já havia frequentado uma escola para alunos com necessidades especiais.   

De acordo com o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, o incidente é "um ataque sem sentido e uma terrível tragédia".   

Além disso, durante coletiva de imprensa, o premier elogiou os policiais envolvidos, que "enfrentaram o perigo sem um momento de hesitação".   

Trudeau ainda disse que o atropelamento não alterou o nível de segurança do país, nem os preparativos para a cúpula do G7 em Quebec, em junho. Ele acrescentou que os canadenses não devem viver com medo.   

Ontem (23), o homem dirigindo uma van branca alugada subiu sobre a calçada num trecho movimentado da rua Yonge atropelando diversas pessoas. Dez vítimas morreram e outras 15 estão feridas e permanecem internadas em hospitais da cidade. Dois sul-coreanos estão entre os 10 mortos, segundo o Ministério das Relações Exteriores de Seul.   

Condolências O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, juntamente com seu homólogo francês, Emmanuel Macron, manifestou solidariedade às vítimas do atropelamento em Toronto. Além deles, o primeiro-ministro da Itália, Paolo Gentiloni, também expressou condolências aos canadenses em uma publicação no Twitter. (ANSA)
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