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Em Nice, Macron condena 'atentado terrorista islamista'

O presidente francês Emmanuel Macron  - ERIC GAILLARD/AFP
O presidente francês Emmanuel Macron Imagem: ERIC GAILLARD/AFP

29/10/2020 12h01

Durante sua viagem a Nice, o presidente da França, Emmanuel Macron, condenou "o atentado terrorista islamista" ocorrido na cidade hoje e garantiu apoio "aos católicos de todo o país".

"Muito claramente, é a França que está sob ataque", disse o mandatário, lembrando também que, além de Nice, um funcionário do consulado francês na Arábia Saudita foi esfaqueado hoje.

Macron ainda pediu que os franceses fiquem unidos e não cedam "ao espírito de divisão" do ataque e prometeu ampliar de três mil para sete mil a quantidade de agentes que atuam na Operação Sentinela, criada em 2015 após uma série de ações terroristas e voltada exclusivamente para prevenção e combate ao terrorismo internacional.

O presidente visitou o lugar do ataque, a Basílica de Notre-Dame de Nice, acompanhado pelos ministros do Interior, Gérald Darmanin, e da Justiça, Éric Dupont-Moretti.

O ataque em Nice deixou, ao menos, três pessoas mortas. O autor da ação foi preso pelos policiais e disse ter agido sozinho. As autoridades não repassaram mais informações sobre o assassino.

Deputado diz que autor do ataque veio por Lampedusa

O deputado do Republicanos, Éric Ciotti, afirmou em sua conta no Twitter que o autor do ataque, identificado até o momento como Brahim, teria chegado à Europa "há pouquíssimo tempo pelo porto de Lampedusa", que fica na Itália.

Ciotti disse que pedirá ao presidente Macron de "suspender o fluxo migratório e qualquer procedimento de asilo, em particular, na fronteira italiana". A informação não foi confirmada pelas autoridades francesas nem da Itália.

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