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Com menos internações, Áustria revoga lockdown entre não vacinados

1.abr.2020 - Pessoas usaram máscaras em supermercado durante pandemia do novo coronavírus em Viena, na Áustria - Leonhard Foeger/Reuters
1.abr.2020 - Pessoas usaram máscaras em supermercado durante pandemia do novo coronavírus em Viena, na Áustria Imagem: Leonhard Foeger/Reuters

27/01/2022 10h03Atualizada em 27/01/2022 11h26

O governo da Áustria anunciou o fim do lockdown para os não vacinados contra a Covid-19 a partir da próxima segunda-feira (31). A medida foi relaxada porque, apesar do número de casos continuar a subir, houve uma queda nas hospitalizações.

"A nossa prioridade absoluta é limitar o máximo possível as restrições e, entre as medidas mais restritivas, está o lockdown para os não vacinados. A situação nos hospitais nos permite acabar com isso", informou o chanceler Karl Nehammer em uma curta nota.

Segundo Viena, a medida pode ser restabelecida em caso de "uma ameaça iminente de sobrecarga na capacidade de leitos de terapia intensiva".

O isolamento obrigatório para os não imunizados estava em vigor desde novembro e permitia apenas que essas pessoas saíssem de casa para motivos essenciais: trabalho, compra de alimentos e remédios e por problemas de saúde.

Porém, quem não se vacinou ou não completou a vacinação não poderá participar de uma série de eventos sociais, como comer em restaurantes ou ir a bares e participar de eventos esportivos ou culturais. As regras se mantêm para fazer com que mais cidadãos se vacinem.

O anúncio ocorreu nesta quarta-feira (27), dia que a Áustria ultrapassou pela primeira vez a marca de 30 mil casos diários.

Nehammer ainda reconheceu que, em até 14 dias, será atingido o pico da onda de contágios provocados pela variante Ômicron, com o país registrando entre 35 mil e 40 mil infecções diárias.

A decisão da Áustria, que vem sendo um dos países mais duros na exigência de vacinação - a partir de fevereiro, todos os adultos serão obrigados a se imunizar sob pena de multas altíssimas - está em linha com medidas tomadas por diversas nações europeias de começar a conviver com o coronavírus Sars-CoV-2 de uma maneira "menos restritiva".

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