Deslizamentos de terras deixam 33 desaparecidos no leste da China

Pequim, 29 set (EFE).- Os desaparecidos pelos deslizamentos de terras no leste da China, causados pelo tufão Megi, subiram para 33, anunciaram nesta quinta-feira as autoridades, que intensificaram os trabalhos de resgate nas zonas afetadas.

Na cidade de Sucun (província de Zhejiang), 27 pessoas seguem desaparecidas desde a tarde de quarta-feira, quando um desmoronamento de terra e barro soterrou 20 casas e a água inundou outras 17.

Outras 15 pessoas foram resgatadas até agora das ruínas.

O deslizamento causado pelos fortes chuvas que acompanharam o tufão foi de aproximadamente 400 mil metros cúbicos, afirmou um gerente regional à agência oficial "Xinhua".

As autoridades aumentaram os efetivos que trabalham na cidade, subindo para 1,2 mil pessoas, com 21 escavadeiras e quatro bombas.

Pouco mais de 1.460 pessoas foram retiradas de suas casas nesta região.

Na mesma província, outras seis pessoas desapareceram na cidade de Baofeng depois que outro deslizamento de terra soterrou diversas casas.

O tufão Megi causou também inundações ao longo das costas sul e leste da China, sobretudo nas províncias de Zhejiang e Fujian.

Antes de chegar na China, o Megi passou por Taiwan, onde deixou quatro mortos, mais de 600 feridos, quase 15 mil desabrigados, além de causar grandes danos nas infraestruturas da ilha.

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