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Chile tem mais 1.741 casos de infecção pelo novo coronavírus

9.jul.2020 - Enfermeira chilena toca violino para pacientes infectados com o novo coronavírus no hospital El Pino, em Santiago - Martin Bernetti/AFP
9.jul.2020 - Enfermeira chilena toca violino para pacientes infectados com o novo coronavírus no hospital El Pino, em Santiago Imagem: Martin Bernetti/AFP

De Santiago de Chile

22/07/2020 22h53

O Chile registrou nesta quarta-feira mais 1.741 casos a mais de infecção pelo novo coronavírus, número maior que o da véspera, mas que indica uma redução geral no contágio do país.

O total, segundo o Ministério da Saúde, passou a ser de 336.402 desde o início da pandemia da covid-19, a doença provocada pelo patógeno.

No boletim oficial de ontem, a pasta do governo indicou que a notificação de 1.656 resultados positivos em testes de diagnóstico para o novo coronavírus.

Hoje, foi a quarta vez em dez dias que o número de casos contabilizados em 24 horas fica abaixo de 2 mil. Segundo a subsecretaria de Saúde Pública, Paula Daza, nas últimas duas semanas, houve redução em 32% na média de infecções.

A funcionária do governo ainda apontou que houve aumento no contágio em diversas localidades no norte do território, mais especificamente, em Arica, Parinacota, Tarapacá e Coquimbo.

"Não podemos deixar de nos preocupar", afirmou Daza, que indicou que o maior alerta, no entanto, diz respeito a Antofagasta.

Medidas para idosos

O subsecretário de Redes Assistenciais do Chile, Arturo Zúñiga, revelou novas medidas impostas dentro do plano de desconfinamento, no que diz respeito à mobilidade de idosos, que poderão sair de casa durante o dia, entre 11h e 12h, nas terças, quintas e sábados.

Na passagem para a terceira e a quarta fases de reabertura, as pessoas com idade mais avançada terão a oportunidade de ir à rua também entre 15h e 16h, em todos os dias da semana.

Plebiscito em análise

Questionada sobre que modalidade o Ministério da Saúde recomendaria ao Serviço Eleitoral, para a realização do plebiscito sobre a nova Constituição, Daza admitiu que estão acontecendo debates sobre o assunto.

"Há várias recomendações", indicou a subsecretária de Saúde Pública, que admitiu estarem sendo avaliadas formas de evitar aglomerações, que os idosos sejam mesários e que os mais velhos votem em horários de menor movimento.