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Boric e a nova Constituição têm pior aprovação desde início do governo

Presidente chileno, Gabriel Boric - RODRIGO GARRIDO/REUTERS
Presidente chileno, Gabriel Boric Imagem: RODRIGO GARRIDO/REUTERS

Fabian Cambero

27/06/2022 13h46

O apoio ao presidente chileno de esquerda, Gabriel Boric, e a uma planejada nova Constituição atingiu mínima recorde, mostrou nesta segunda-feira uma pesquisa da empresa privada Cadem, com a maioria da população apontando a economia como estagnada ou piorando.

De acordo com a pesquisa Cadem Plaza Publica, 59% dos chilenos desaprovam o governo de Boric, 5 pontos percentuais acima de uma semana atrás, enquanto seu índice de aprovação caiu de 40% para 34%, um novo mínimo desde que ele tomou posse em março.

Ao mesmo tempo, 91% da população do país andino vê a economia estagnar ou se deteriorar, sua pior avaliação desde meados de 2020, quando Sebastian Piñera, de direita, ainda estava no cargo e a pandemia da Covid-19 estava devastando as economias em todo o mundo, mostraram dados do Cadem.

O apoio a uma nova Constituição, agora em elaboração para substituir a atual que é vista como favorável ao mercado financeiro, que remonta à ditadura de Augusto Pinochet, também caiu para o mínimo de 33%, depois de atingir 56% em janeiro, mostrou a pesquisa.

A nova minuta, que deverá ser finalizada no próximo mês, será votada em um referendo no dia 4 de setembro.

Em outra pesquisa publicada nesta segunda-feira, pela Activa Research, 44,4% dos entrevistados disseram que rejeitariam a nova Constituição e 25% a apoiariam, enquanto o apoio a Boric, de 36 anos, foi de 34%, contra 40%.

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