Noruega é a primeira colocada no IDH pelo quarto ano consecutivo

Ana Paula Rocha
Do UOL, em São Paulo

Pela quarta vez consecutiva, a Noruega ocupa o primeiro lugar entre os países com maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), de acordo com relatório divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), com os dados referentes a 2012.  

O que coloca a Noruega em vantagem em relação aos outros nove países que compõem a lista dos dez melhores é a renda nacional bruta per capita: US$ 48.688. Entretanto, quando são analisados aspectos sem relação financeira direta, há outros países que se destacam nesta lista.

O Japão é o que tem a maior expectativa de vida: 83,6 anos. O maior índice de escolaridade entre adultos com 25 anos ou mais está nos Estados Unidos, com 13,3 anos. A Nova Zelândia é o país onde há a maior expectativa de escolaridade: 19,7 anos.    

O índice total da Noruega é de 0,955. Em 2011 esse número era de 0,953. A expectativa de vida no país é de 81,3 anos. A média de escolaridade entre adultos com 25 anos ou mais é de 12,6. Estima-se que as crianças venham a receber escolaridade de em média 17,5 anos ao longo dos próximos anos.

Prova de que apenas uma elevada renda nacional bruta per capita não é suficiente para colocar o país em uma boa colocação no ranking do IDH é o caso do Qatar. Com renda per capita de US$ 87.478, o país figura na 36ª posição do ranking por ter menor expectativa de vida e menor escolaridade da população.

Top 10  

Comparando-se os dez melhores colocados em 2011 com os de 2012, além a Noruega, a Austrália, a Holanda, a Alemanha, a Nova Zelândia, a Irlanda, a Suécia, a Suíça e o Japão se mantiveram na mesma posição.

Apenas um país entre os dez melhores caiu de posição: os Estados Unidos, que passaram da segunda para a terceira.

IDH pelo mundo

  • Arte/UOL

    Clique na imagem para ver a posição do Brasil dos outros países do mundo no ranking

O Canadá caiu uma posição e deixou a lista dos 'dez mais" em 2012.  

O Pnud afirma, no entanto, que as comparações entre um e outro ano não são recomendadas, já que houve recálculo nos índices dos anos anteriores. Em 2010, o órgão alterou ainda a metodologia do cálculo, impossibilitando comparações com anos anteriores.

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