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Equipe de Marielle Franco cria página para contestar boatos

Marielle Franco (PSOL-RJ) era socióloga e a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016, com 46.502 votos. Ela era formada pela PUC-Rio e fez mestrado em Administração Pública pela UFF (Universidade Federal Fluminense) - Márcia Foletto/Agência O Globo
Marielle Franco (PSOL-RJ) era socióloga e a quinta vereadora mais votada do Rio nas eleições de 2016, com 46.502 votos. Ela era formada pela PUC-Rio e fez mestrado em Administração Pública pela UFF (Universidade Federal Fluminense) Imagem: Márcia Foletto/Agência O Globo

Do UOL, em São Paulo

19/03/2018 01h59

A equipe responsável pela atualização do site da Marielle Franco (PSOL) passou a publicar online esclarecimentos sobre boatos que vêm circulando sobre a vereadora carioca, que foi morta a tiros, junto com seu motorista Anderson Gomes, na noite da última quarta-feira (14).

"Desde a sua morte muitos boatos estão se espalhando nas redes sociais. Não vamos deixar que isso aconteça", diz a página "A Verdade sobre Marielle Franco", que é assinada pela equipe que participava do mandato da vereadora e pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara do Rio de Janeiro.

Entre os boatos contestados, estão os de que Marielle teria tido um relacionamento com o traficante Marcinho VP, que ela teria sido eleita pelo Comando Vermelho e que ela teria engravidado aos 16 anos.

Essas informações foram checadas e sua falsidade foi confirmada pela plataforma multimídia de checagem Aos Fatos e publicada pelo UOL Confere.

Boatos

Desde seu assassinato, a vereadora tem sido alvo de boatos e informações não confirmadas que circulam nas redes sociais.

Entre esses comentários está o da desembargadora Marilia Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que escreveu no Facebook que a vereadora teria sido assassinada porque "estava engajada com bandidos".

Devido às declarações, o PSOL afirmou que vai entrar com uma representação oficial no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e com uma ação criminal por calúnia e difamação contra a desembargadora.

Cotidiano