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Jovem é morto a tiros dentro de universidade em GO; polícia suspeita de execução

Luiz Carlos Pereira Castro, de 19 anos, foi morto dentro da Universidade Federal de Goiás - Reprodução/Facebook
Luiz Carlos Pereira Castro, de 19 anos, foi morto dentro da Universidade Federal de Goiás Imagem: Reprodução/Facebook

Fabrizio Glória

Colaboração para o UOL

05/06/2018 17h53

Um homem foi morto dentro no campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, na manhã desta terça-feira, 5 de junho. O crime aconteceu por volta das 9h30, próximo ao Diretório Central Estudantil (DCE) da universidade. Testemunhas afirmam que os suspeitos chegaram em uma moto, disparam seis vezes contra Luiz Carlos Pereira Castro, de 19 anos, e fugiram.

A ação foi rápida, em um local movimentado, e causou correria entre estudantes e funcionários da universidade. "A gente estava trabalhando aqui quando ouviu vários tiros, mais ou menos seis. Foi horrível", conta um funcionário do DCE.

A estudante Amanda Pedroso, de 21 anos, conta que ouviu um barulho, mas não achou que fosse de tiro. "Quando eu saí para comer pouco depois, vi vários estudantes e policiais em volta da área, e o rapaz no chão”, conta Amanda Pedroso, 21 anos.

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Ao UOL, Rogério Marcos, investigador da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, informou que acredita que o jovem tenha sido executado, pois tinha passagens por tráfico, receptação e roubo.

Luiz Carlos Pereira Castro jovem morava próximo ao campus Samambaia e frequentava a universidade com frequência, segundo outros alunos, mas não estudava na UFG. 

Amiga do jovem morto na UFG fez uma postagem no Facebook lamentando a perda - Reprodução/Facebook - Reprodução/Facebook
Amiga do jovem morto na UFG fez uma postagem no Facebook lamentando a perda
Imagem: Reprodução/Facebook
No texto, ela afirma que Luiz Carlos "não era santo, mas que era um ser humano cheio de sonhos e de erros também" e que ele não merecia morrer.

A assessoria de imprensa da UFG confirmou ao ?UOL que o rapaz não estava matriculado na universidade e afirmou que vai colaborar com as investigações. Em nota, a universidade também informou que há dois anos estabeleceu parceria com a Polícia Militar, permitindo que as rondas fossem feitas em parceria com a empresa de segurança local.

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