PUBLICIDADE
Topo

Cotidiano

Conteúdo publicado há
3 meses

Ambulante é detido após exibir fotos íntimas e molestar adolescente em SP

Naian Lopes

Colaboração para o UOL, em Pereira Barreto (SP)

13/03/2021 20h11

Um vendedor ambulante, de 53 anos, foi detido pela Polícia Militar de São Paulo, na tarde de ontem, por suspeita de exibir uma foto pornográfica e molestar um adolescente de 14 anos. O episódio aconteceu na cidade de Assis, que fica a 437 quilômetros da capital paulista.

De acordo com informações da PM, que registrou o caso, a vítima relatou que o homem entrou em um estabelecimento comercial transportando um carrinho de mão com panos de prato. Ao ver o garoto, o homem, cuja identidade não foi divulgada, teria se aproximado para conversar.

Ainda segundo o depoimento do menor, em seguida, o homem teria pegado o celular e mostrado ao adolescente uma foto de suas partes íntimas. O menino contou aos policiais que, na sequência, o acusado passou a mão em seu peitoral e depois nas partes íntimas dele, deixando-o constrangido.

Segundo a vítima, depois disso, o ambulante guardou o celular e foi embora com seu carrinho e panos. Ao escutar todo o relato do menino, os policiais iniciaram um patrulhamento na região para encontrar o vendedor e interrogá-lo.

O suspeito acabou sendo abordado no cruzamento da Rua Visconde do Rio Branco. Ele demonstrou calma ao conversar com os policiais, segundo o registro. Questionado sobre o depoimento do menino, o homem confirmou a versão do adolescente, de acordo com informações da própria PM.

O homem foi levado ao plantão policial e prestou depoimento para o boletim de ocorrência, sendo liberado na sequência. Porém, o ambulante terá que responder por importunação sexual de menor.

Desde 2018, está em vigor no Brasil a lei que prevê punição para pessoas que causem qualquer tipo de constrangimento a outras por meio de ações libidinosas, como por exemplo, passar a mão em alguém sem consentimento, divulgar imagens sexuais sem a autorização da outra parte, entre outras.

A punição para quem for condenado neste tipo de crime é de 1 a 5 anos de prisão.

Cotidiano