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Morador desrespeita decreto e atola carro em praia do litoral de SP

Morador de Itanhaém (SP) atola carro em praia - Reprodução
Morador de Itanhaém (SP) atola carro em praia Imagem: Reprodução

Naian Lopes

Colaboração para o UOL, em Pereira Barreto (SP)

20/03/2021 17h59Atualizada em 20/03/2021 23h05

Um morador de Itanhaém (SP) atolou o carro após invadir a faixa de areia de uma praia do município. O caso aconteceu hoje e o automóvel foi retirado por uma equipe da prefeitura com a ajuda de uma retroescavadeira. A praia da cidade está interditada por conta das restrições do Plano SP.

Fotos mostram o momento que o veículo estava na Praia do Gaivota, localizada a 129 quilômetros da capital paulista. O carro foi encontrado durante a limpeza das praias, que ocorrem diariamente pela manhã.

De acordo com a Secretaria de Serviços e Urbanização, o dono do automóvel autorizou os profissionais da prefeitura a retirarem o veículo do local. O proprietário não explicou por qual motivo entrou com o carro na areia e nem o horário exato em que ficou preso.

Nas imagens que circulam pelas redes sociais é possível também identificar banhistas que desrespeitaram o decreto municipal.

Desde o início da semana, a Administração de Itanhaém determinou o bloqueio de acesso a areia das praias da cidade. Isto porque é preciso seguir as restrições da "fase emergencial" do Plano São Paulo, que tem como objetivo diminuir o número de casos referentes à covid-19.

Os moradores e turistas estão proibidos de ficar na faixa de areia das praias do município, inclusive para realizar atividades físicas e esportivas.

Também estão suspensos os cultos, missas, atividades religiosas coletivas, eventos esportivos, atendimento presencial em bares, restaurantes, galerias e em estabelecimentos congêneres, comércio varejista de materiais de construção e estabelecimentos comerciais em geral.

Até o momento, Itanhaém registrou 3.095 casos de pessoas contaminadas pela covid-19 e contabilizou 136 óbitos. A "fase emergencial" vai terminar dia 30 de março, mas a prefeitura e o governo do estado de São Paulo anunciaram que pode prorrogar o decreto se os números de internações e mortes não caírem.

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