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Mulher diz ser médica e ofende equipe de reportagem em festa clandestina

Mulher se apresentou como médica e ofendeu equipe da Record TV - Reprodução/Balanço Geral
Mulher se apresentou como médica e ofendeu equipe da Record TV Imagem: Reprodução/Balanço Geral

Do UOL, em São Paulo

19/07/2021 15h52Atualizada em 20/07/2021 10h51

Uma mulher, que se identificou como médica, ofendeu uma equipe de reportagem da Record TV na saída de uma festa irregular em São Paulo na madrugada de ontem. As imagens foram divulgadas pelo programa Balanço Geral.

"Eu salvo vidas, você fica aí filmando os outros", afirmou a mulher ao ser flagrada na saída da festa.

"Eu não vou nem falar com vocês. Você pra mim não vale nada. Câmera para mim não vale nada", continuou.

Segundo o programa, a mulher estava em uma festa com cerca de 1.500 pessoas que foi interditada pela Força-Tarefa de São Paulo.

Nas imagens, a mulher alega que está em um aniversário de um amigo e questiona qual é o trabalho do cinegrafista.

Ela apresenta um crachá em que é identificada como médica do Hospital Geral do Grajaú.

A Secretaria de Saúde de São Paulo informou ao UOL que a profissional não faz parte do corpo clínico do Hospital desde 2020 e que tomará "medidas para reaver o crachá" que foi utilizado "indevidamente".

Em nota, a Secretaria ainda informou que a unidade "não compactua e repudia este tipo de atitude - colocar em risco a própria saúde e de demais pessoas e desrespeitar outras pessoas, além de descumprir protocolos e a legislação sanitária."

Neste fim de semana, uma blitz interrompeu um evento clandestino, intitulado Festa do Bryan, em Santo Amaro, zona Sul de São Paulo, onde 1.500 pessoas estavam aglomeradas.

Segundo a Força-Tarefa do governo de São Paulo, a maioria dos frequentadores não utilizava máscaras faciais, descumprindo o protocolo de medidas sanitárias contra a covid-19.

Ofensas em eventos clandestinos

Na madrugada do sábado (10), a socialite Liziane Gutierrez se envolveu em uma polêmica ao ofender a equipe de Força-Tarefa de São Paulo que interditava um evento clandestino. Ela proferiu xingamentos contra os agentes e, exaltada, afirmou repetidas vezes: "Vai pra favela".

A blitz chegou à festa após receber mais de cem denúncias sobre o evento. Vídeos mostram que os frequentadores da festa não utilizavam máscara de proteção individual.

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) afirmou ter feito um boletim de ocorrência por desacato e injúria contra a socialite. Após o episódio da festa, Liziane fez uma live em suas redes sociais afirmando que foi mal interpretada e atacou Frota, que comandou a blitz em que ela foi flagrada.

A festa clandestina aconteceu no escritório do advogado Adib Abdouni, no Jardim Paulista.

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