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Médica de 26 anos é encontrada morta em banheiro de hospital em Goiás

Jayda Bento, 26, foi encontrada sem vida por colegas em um banheiro de hospital  - Reprodução/Instagram
Jayda Bento, 26, foi encontrada sem vida por colegas em um banheiro de hospital Imagem: Reprodução/Instagram

Do UOL, em São Paulo

30/06/2022 14h38Atualizada em 01/07/2022 13h39

Uma médica de 26 anos foi encontrada morta por colegas dentro de um banheiro no Hospital Estadual Ernestina Lopes Jaime (HEELJ), em Pirenópolis (GO).

A informação foi confirmada pelo Cremego (Conselho Regional de Medicina de Goiás), que publicou uma nota lamentando a morte de Jayda Bento de Souza, formada pela UFG (Universidade Federal de Goiás). As causas ainda são investigadas.

"O Cremego se solidariza com a família, os amigos e os médicos goianos neste momento de dor", concluiu um comunicado publicado nas redes da organização.

A Funev (Fundação Universitária Evangélica), que administra o hospital em que a médica trabalhava, enviou um comunicado ao UOL detalhando que no dia do caso, em 25 de junho, ela estava em seu segundo dia de trabalho no local.

A organização ainda negou informações de veículos locais de que Jayda estava sob carga excessiva de trabalho na unidade, afirmando que ela exercia um plantão de 12 horas.

"Assim que o óbito foi constatado, a direção do hospital comunicou imediatamente o fato às autoridades policiais. Demais informações que envolvam o ocorrido deverão ser obtidas junto às autoridades policiais competentes, uma vez que o caso está sob investigação", concluiu a nota.

Amigos de Jayda também se manifestaram após o incidente.

"Triste que sua passagem neste mundo tenha sido tão breve, mas tenho certeza que você viveu intensamente e aproveitou cada minuto, foi uma pessoa incrível e amada, tanto que temo ser impossível encontrar outra amiga tão boa, leal, companheira e divertida como você sempre foi, pois ninguém se equipara à sua grandeza. Ter você ao meu lado foi um privilégio inenarrável, obrigada por ter sido tão Jayda!", escreveu uma.

"Passei boa parte do dia lendo nossas conversas, ouvindo seus áudios e entendendo o quão intenso foi. Já pensei em escrever tanta coisa, mas nada do que eu colocar aqui vai conseguir traduzir o que realmente eu tô sentindo. (...) Eu só quero que o tempo seja legal com quem te amava e conforte sua família e principalmente seus pais. Pois aqui tá doendo entrar na nossa conversa e ver que no sábado, depois de 12:21, você não entrou mais", lamentou outro.

"Eu te abracei tanto esses dias e tive a oportunidade de dizer que te amo. Saber que há 2 dias nós almoçamos juntas e agora você virou uma estrelinha, minha amiga! Vá em paz, nunca te esquecerei, te amo pra sempre", declarou uma terceira.

A causa da morte da médica ainda não foi confirmada, e a Polícia Civil de Goiás e a Funev (Fundação Universitária Evangélica), que administra o hospital em que a mulher trabalhava, não retornaram os contatos da reportagem.

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