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Presidente da Braskem é convocado para depor em CPI sobre mina em Maceió

A CPI da Braskem aprovou a convocação do presidente da empresa para prestar depoimento sobre a mina que cedeu em Maceió e afetou vários bairros da capital de Alagoas.

O que aconteceu

Senadores aprovaram requerimento, mas ainda não definiram data para a audiência. O pedido para convocar Roberto Bischoff foi feito pelo senador Rodrigo Cunha (Podemos-AL).

Ao UOL, a Braskem afirmou que "vem cumprindo os compromissos assumidos com Maceió e seus moradores com diligência e transparência e está à disposição, como sempre esteve, para esclarecer sobre suas atividades. A empresa contribuiu e continuará contribuindo com as autoridades responsáveis, fornecendo as informações pedidas, no prazo solicitado".

Diretor da ANM (Agência Nacional de Mineração) também foi convocado pela CPI. Mauro Henrique Moreira Sousa e Thales Sampaio, servidor aposentado da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), vão comparecer para depoimento na próxima quarta-feira (6).

Na terça-feira (5) a CPI vai ouvir três professores para falar sobre a extração ilegal de sal-gema em Maceió. Os convocados foram Natallya de Allmeida Levino e Abel Galindo Marques, da Universidade Federal de Alagoas, e o doutor e ativista em ecologia José Geraldo Marques, que mora em um dos bairros de Maceió afetados.

Falta de acordo para escolha de relator

Na semana passada, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que iria sair da CPI da Braskem. Ele queria ser o escolhido para relatar a comissão por ser de Alagoas. O indicado para o posto foi o senador Rogério Carvalho (PT-SE). Ao UOL, Renan afirmou que sofreu boicote de dois senadores da Bahia: o líder do governo, Jaques Wagner (PT), e o líder do PSD, Otto Alencar.

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