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Operadora de call center é encontrada morta após denunciar perseguidor

Celeste Manno foi encontrada morta em sua casa em Melbourne, na Austrália - Reprodução/Facebook
Celeste Manno foi encontrada morta em sua casa em Melbourne, na Austrália Imagem: Reprodução/Facebook

Colaboração para o UOL, em São Paulo

17/11/2020 10h37

A operadora de call center Celeste Manno, de 23 anos, foi encontrada morta com sinais de facadas dentro de sua casa, em Melbourne, na Austrália, depois de ter denunciado um ex-colega de trabalho dela, que a perseguia e estava obcecado pela jovem. A obsessão teria começado depois que a moça foi gentil com o suposto assassino no dia em que ele foi demitido.

O suspeito arrombou a janela da casa de Celeste enquanto ela estava na residência com a mãe, Aggie, na madrugada de ontem, de acordo com o Sydney Morning Herald. Fotos da cena do crime mostram sangue em uma cerca do lado de fora do imóvel. Um carro de cor escura também foi visto saindo do local.

O irmão de Celeste, Alessandro, contou que a moça liderava uma equipe em um call center da empresa global Serco, de onde o suspeito de matá-la foi demitido há um ano. "Ele foi demitido e ela não era próxima dele, mas apenas para dar-lhe algum apoio, ela o acompanhou até a porta, e desde aquele dia ele ficou obcecado por ela", relatou o familiar.

Ainda de acordo com Alessandro, tudo teria começado quando o homem mandou uma mensagem para Celeste no Instagram. Ela, que já namorava, disse que não estava interessada em se relacionar com ele e teve que bloqueá-lo, mas o homem criou várias contas nas redes sociais para tentar se comunicar com a jovem.

Os irmãos de Celeste e o namorado dela, Chris, colocaram arranjos florais e fizeram homenagens na frente da casa onde ela foi morta.

O homem apontado pela família como assassino se entregou às autoridades e o carro dele está sendo examinado. Uma investigação está em andamento e ele está atualmente sob custódia policia dentro de um hospital, com ferimentos não especificados, e ainda não foi formalmente acusado.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do que foi informado, Celeste Manno era líder de equipe de atendimento de call center, e não líder de torcida. A informação foi corrigida.

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