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Casal acusa hospital em NY de perder restos mortais de bebê natimorto

Casal acusou hospital em Nova York de cremar bebê falecido e perder os restos mortais da criança  - Pexels
Casal acusou hospital em Nova York de cremar bebê falecido e perder os restos mortais da criança Imagem: Pexels

Colaboração para o UOL, em São Paulo

26/11/2020 17h11

Um casal americano acusa um hospital em Nova York de cremar e perder os restos mortais do bebê natimorto deles e quer processar a instituição hospitalar em US$ 10 milhões (R$ 53 milhões).

O óbito da criança ocorreu em 26 de novembro de 2019, quando o neném iria vir ao mundo prematuramente, com 20 semanas de vida. A mãe,Tiffany Griffith, foi levada às pressas ao Woodhull Medical and Mental Health Center, em uma ambulância, sendo acompanhada pelo pai do natimorto, Cordero Pridgen.

Mas o bebê, que se chamaria Ticcory, não pôde ser salvo, segundo contou o casal ao site New York Post. O corpo da criança foi deixado para uma autópsia, conforme a família preparava uma cerimônia de despedida.

Porém, os pais do neném alegaram na Suprema Corte do Brooklyn que o feto foi "descartado indevidamente", sem consentimento, sendo o casal privado de ter "oportunidade de conduzir um funeral".

Além disso, foi preciso uma espera de um mês, segundo ambos, para que localizassem os restos da criança. Somente no natal daquele ano de 2019 que eles teriam descoberto sobre a cremação.

A mãe do bebê disse se lembrar do momento no qual um médico revelou que o filho dela foi cremado, mas o doutor não sabia explicar onde as cinzas estariam. "Eles nos colocaram em círculos, dizendo: 'não temos certeza de onde seu filho está e o que exatamente aconteceu com ele' ", relatou Griffith.

O advogado dos pais do natimorto informou ao New York Post que a dupla espera que o processo judicial possa evitar que outra família também "sofra da mesma forma".

"O descuido da equipe do Hospital Woodhull privou a Sra. Griffith e o Sr. Pridgen da oportunidade de lamentar e aumentou a carga emocional em vez de fornecer apoio", argumentou o defensor.

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