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'Casanova' é processado por golpe de US$ 1,3 mi contra 30 mulheres em apps

Brian Brainard Wedgeworth, conhecido como o golpista Casanova - Suwannee County Sheriff"s Office
Brian Brainard Wedgeworth, conhecido como o golpista Casanova Imagem: Suwannee County Sheriff's Office

Do UOL, no Rio

21/05/2022 15h48

Um homem conhecido como "Golpista Casanova" se tornou réu na Justiça do estado norte-americano da Flórida por enganar mais de 30 mulheres em aplicativos de relacionamento. Segundo as autoridades locais, as fraudes perpetradas por ele chegaram a US$ 1,3 milhões (R$ 6,3 milhões, segundo a cotação de hoje).

Brian Brainard Wedgeworth teria aplicado golpes por cinco anos ao se passar por um médico nos apps de relacionamento. Ele seduzia mulheres e fazia com que elas lhe enviassem dinheiro, joias, relógios de grife e até mesmo ingressos para eventos esportivos. As informações são do site Business Insider.

Ele foi preso em novembro sob acusações de fraude eletrônica, fraude postal, roubo de identidade agravado e lavagem de dinheiro. De acordo com Departamento de Justiça da Flórida, ele pode ser condenado a 32 anos de prisão pelos crimes.

Segundo as investigações, o golpista assumiu diversas identidades falsas ao longo dos anos em que aplicou golpes. Ele seduzia mulheres e contava histórias falsas para que elas lhe enviassem dinheiro. Diversas mentiras foram criadas por ele, incluindo que ele não tinha dinheiro depois de supostamente pagar suas dívidas e que suas contas foram congeladas devido a um processo de negligência médica.

Entre os mimos que Wedgeworth, de 46 anos, conseguiu extrair de suas vítimas está um relógio Rolex avaliado em US$ 14 mil e ingressos para um jogo dos playoffs do campeonato universitário de futebol americano, em 2018.

Jason Coody, procurador dos EUA para o Distrito Norte da Flórida, disse: "Nossos cidadãos não devem ser perseguidos por fraudadores que roubam por meio de demonstrações de afeto. Estamos comprometidos em investigar e processar com vigor aqueles que se envolvem em todos os atos de fraude

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