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Doria critica 'falta de gestão' do Ministério da Saúde após falta de vacina

Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez críticas ao Ministério da Saúde em uma publicação nas redes sociais - Divulgação/Governo de São Paulo
Governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez críticas ao Ministério da Saúde em uma publicação nas redes sociais Imagem: Divulgação/Governo de São Paulo

Do UOL, em São Paulo

26/07/2021 16h20Atualizada em 26/07/2021 17h40

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), criticou a "falta de gestão" e de "senso de urgência" do Ministério da Saúde diante dos novos atrasos de entrega de vacinas contra a covid-19. As críticas de Doria acontecem após mais um atraso no calendário de vacinação dos brasileiros pela falta de distribuição dos imunizantes.

Ministério da Saúde tem 16 milhões de vacinas paradas em estoque e centenas de brasileiros morrendo diariamente por falta de vacinas. Vergonhosa essa falta de gestão e senso de urgência
João Doria (PSDB), governador de São Paulo

A capital paulista começa a semana com o calendário definido até quarta-feira (28). Hoje, a cidade faz repescagem para a faixa etária de 30 a 34 anos e vacina contra covid-19 gestantes que tomaram a 1ª dose com AstraZeneca — que receberão imunizante da Pfizer na segunda aplicação. Amanhã e na quarta-feira receberão a primeira dose pessoas com 29 anos.

O UOL entrou em contato com o Ministério da Saúde para saber se a pasta gostaria de se manifestar sobre os atrasos e sobre as críticas feitas pelo governador de São Paulo. Até o momento da publicação dessa matéria, o ministério não respondeu.

Ao menos oito capitais adiam aplicação de vacinas

Belém (PA), Campo Grande (MS), Florianópolis (SC), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e Vitória (ES) tiveram que pausar a campanha de vacinação contra a covid-19 por falta de doses.

No final do mês de junho, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que toda a população adulta do Brasil receberá ao menos a primeira dose da vacina contra a covid-19 até o final de setembro.

Mesmo com a promessa, a entrega de imunizantes aos estados e municípios segue com atrasos, prejudicando as ações de combate à pandemia.

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