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Lewandowski mantém quebra de sigilos de Pazuello na CPI da Covid

Ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em depoimento à CPI da Covid, no Senado - Jefferson Rudy/Agência Senado
Ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello em depoimento à CPI da Covid, no Senado Imagem: Jefferson Rudy/Agência Senado

Colaboração para o UOL

05/08/2021 18h18

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski decidiu manter a quebra de sigilos do ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, na CPI da Covid. Segundo o magistrado, não foi identificado "ato abusivo e ilegal" por parte da comissão de inquérito, que corre no Senado.

Os sigilos telefônicos e telemáticos do ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) foram quebrados em 10 de junho.

Lewandowski ressaltou que os dados e documentos obtidos são secretos e "deverão permanecer em rigoroso sigilo, sob a custódia e responsabilidade direta dos parlamentares que integram a CPI da pandemia".

Na interpretação do ministro do STF, Pazuello, por ter ocupado a liderança do Ministério da Saúde por 10 meses, poderá "contribuir para a elucidação dos fatos investigados" pela CPI da Covid.

Com o avanço das investigações sobre o Ministério da Saúde, a CPI, então, teve acesso a dados fiscais e bancários de Pazuello em 30 de junho.

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