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9 meses

Pela 1ª vez, governo gaúcho classifica todo o RS como gravíssimo para covid

Lojas de ruas e shoppings podem fechar com bandeira preta - Pedro Antonio Heinrich/Agência Freelancer/Estadão Conteúdo
Lojas de ruas e shoppings podem fechar com bandeira preta Imagem: Pedro Antonio Heinrich/Agência Freelancer/Estadão Conteúdo

Colaboração para o UOL, em Chapecó (SC)

26/02/2021 18h35Atualizada em 26/02/2021 23h40

Pela primeira vez desde o começo da pandemia da covid-19, o governo gaúcho classificou hoje todo o Rio Grande do Sul como situação gravíssima para covid-19, chamada de bandeira preta. Na semana passada, 11 regiões do Estado já haviam sido marcadas desta maneira. Entre elas, estava Porto Alegre, que estreava na categoria.

A bandeira preta de contágio à covid-19 é considerada a fase mais restritiva de combate ao coronavírus. Segundo o governo do Estado, indica altíssimo risco para esgotamento da capacidade hospitalar e velocidade de disseminação do vírus. Ainda não foram repassados à imprensa detalhes de alguma possível mudança.

Diferente de outras semanas, a classificação é permanente. Antes, o governo estadual divulgava preliminarmente as bandeiras e os municípios podiam entrar com recursos para alterá-las, o que não foi possível desta vez.

Na semana passada, as regiões que foram classificadas como bandeira preta tiveram que fechar o comércio varejista — tanto de rua quanto de shoppings e centros comerciais - e atacadista não essencial. Academias, centros de treinamento, estúdios e serviços de educação física em piscinas abertas ou fechadas, clubes sociais e esportivos também não podem operar. Ainda foram inclusos na lista serviços de cabeleireiros, barbeiros e petshop.

Além disso, clubes de futebol profissionais também não podem funcionar e competições esportivas estão suspensas. Nos serviços domésticos, não podem trabalhar faxineiros, cozinheiros, motoristas, babás e jardineiros.

Conforme decreto publicado na segunda-feira (22), a bandeira preta permite o ensino presencial em escolas de Ensino Infantil e em turmas de 1º e 2º ano do Ensino Fundamental. O restante dos anos escolares, assim como Ensino Superior, só podem funcionar de forma remota.

Errata: o texto foi atualizado
Diferentemente do que constava na primeira versão do texto, escolas de Ensino Infantil e turmas de 1º e 2º ano do Ensino Fundamental podem ter aula presencial, e não apenas remota. A informação foi corrigida.

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