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Covid: 147,7 milhões de brasileiros completam vacinação, 68,7% da população

Brasil conta com mais de 147,7 milhões de habitantes com vacinação completa contra covid-19 - Nelson Antoine/Estadão Conteúdo
Brasil conta com mais de 147,7 milhões de habitantes com vacinação completa contra covid-19 Imagem: Nelson Antoine/Estadão Conteúdo

Colaboração para o UOL, em São Paulo

19/01/2022 20h01

O Brasil alcançou hoje os 147,7 milhões de pessoas que já completaram a vacinação contra a covid-19. Até o momento, 147.754.119 brasileiros tomaram as duas doses ou a dose única de imunizante, o equivalente a 68,78% da população do país. Os dados foram levantados pelo consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL faz parte, com base nos números fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde.

Desde as 20h de ontem, 198.979 habitantes foram vacinados com a segunda dose. Ainda houve a aplicação de 153.477 primeiras e 1.440.750 de reforço neste período, com um total de 1.689.540 doses ministradas nas últimas 24 horas em todo o país.

Devido a uma revisão nos dados de Amapá, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, o número de doses únicas aplicadas nas últimas 24 horas no país ficou negativo: -103.666.

Ao todo, 162.418.676 brasileiros foram imunizados com a primeira dose, o correspondente a 75,6% da população nacional. Já foram aplicadas 37.620.650 doses de reforço até agora.

Entre as unidades da federação, o estado de São Paulo apresenta a maior porcentagem de habitantes com vacinação completa: 78,88% da população local. Na sequência, estão Piauí (75,53%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerais (72,98%) e Mato Grosso do Sul (72,21%).

O Piauí se mantém em primeiro lugar em relação à aplicação da primeira dose: 83,18% de seus habitantes. São Paulo (81,87%), Santa Catarina (78,58%), Rio Grande do Sul (77,77%) e Minas Gerais (77,44%) vêm a seguir.

Anvisa adia aprovação do autoteste de covid e pede informações à Saúde

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu hoje, em reunião de diretoria, adiar a liberação do autoteste de covid no país, pedido pelo Ministério da Saúde na semana passada. Por 4 votos a 1, a agência deu um prazo de 15 dias para que o ministério apresente informações adicionais sobre o uso dos testes.

Defendidos nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro (PL), os autotestes são usados na Europa e nos Estados Unidos, mas ainda não foram liberados do Brasil. No caso do autoteste, que deverá ser encontrado em farmácias, o próprio paciente é quem coleta a sua amostra, em casa, e tira o resultado conforme as instruções do fabricante.

A diretora Cristiane Jourdan, relatora do pedido, foi a única que votou para liberar o autoteste, mas fez ressalvas para destacar que o ministério deveria detalhar uma estratégia de testagem em âmbito nacional. Para os demais diretores, porém, o governo deve elaborar esta política pública antes que os autotestes sejam liberados.

Veículos se unem pela informação

Em resposta à decisão do governo Jair Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia de covid-19, os veículos de comunicação UOL, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, O Globo, g1 e Extra formaram um consórcio para trabalhar de forma colaborativa para buscar as informações necessárias diretamente nas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades da Federação.

O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, deveria ser a fonte natural desses números, mas atitudes de autoridades e do próprio presidente durante a pandemia colocam em dúvida a disponibilidade dos dados e sua precisão.