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Duas mulheres são indiciadas na Malásia pela morte de Kim Jong-nam

Siti Aisyah é escoltada pela polícia em sua chegada à corte da cidade de Sepang nesta 4ª - AP Photo
Siti Aisyah é escoltada pela polícia em sua chegada à corte da cidade de Sepang nesta 4ª Imagem: AP Photo

Em Kuala Lumpur

28/02/2017 23h54

Duas mulheres foram denunciadas nesta quarta-feira (29) à Justiça malaia pelo assassinato de Kim Jong-nam, meio-irmão do presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un.

A indonésia Siti Aisyah, 25, e a vietnamita Doan Thi Huong, 28, foram denunciadas pelo homicídio de Jong-nam, em 13 de fevereiro, no aeroporto de Kuala Lumpur, vítima de um poderoso agente neurotóxico.

1.mar.2017 - Vietnamita Doan Thi Huong, outra suspeita da morte de Kim Jong-nam, sendo escoltada na chegada à corte de Sepang, nesta quarta-feira (1º) - Daniel Chan/AP Photo - Daniel Chan/AP Photo
Vietnamita Doan Thi Huong, outra suspeita da morte de Kim Jong-nam
Imagem: Daniel Chan/AP Photo

Kim Jong-nam morreu minutos depois de ser atacado pelas duas mulheres com uma arma química proibida internacionalmente, identificada como VX, na capital da Malásia.

Doan Thi Huong e Siti Ashyah foram detidas pouco depois, junto com um químico norte-coreano e outro malaio, que já foi colocado em liberdade. A polícia do país acredita que quatro norte-coreanos teriam supostamente recrutado as mulheres para cometer o assassinato e fugiram para Pyongyang, capital da Coreia do Norte, no mesmo dia do crime.

Kim Jong-nam, irmão mais velho, tinha preferência sobre Kim Jong-un na linha sucessória pelo comando da Coreia do Norte. Eles têm o mesmo pai, o ex-líder Kim Jong II, morto em 2011. Kim Jong-nam vive fora da Coreia do Norte desde 2001.

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