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Israel afirma que atacou 130 alvos em Gaza e matou 15 membros de grupos armados

Foguetes são disparados em Gaza; Israel diz ter matado 15 membros de grupos armados - Mahmud Hams/AFP
Foguetes são disparados em Gaza; Israel diz ter matado 15 membros de grupos armados Imagem: Mahmud Hams/AFP

11/05/2021 06h02Atualizada em 11/05/2021 07h10

O exército israelense afirmou hoje que matou 15 integrantes de grupos armados palestinos na Faixa de Gaza, um território em que executou 130 ataques em resposta ao lançamento de foguetes.

"Atacamos 130 alvos militares que pertencem principalmente ao Hamas", declarou o porta-voz do exército, Jonathan Conricus. "De acordo com nossas estimativas atualizadas, matamos 15 membros do Hamas e da Jihad Islâmica".

"Estamos na fase inicial de nossa resposta contra alvos militares em Gaza", disse Conricus. "Estamos preparados para uma escalada", completou.

Os foguetes lançados a partir da Faixa de Gaza constituem "uma agressão grave contra Israel, que não podemos deixar sem resposta", completou.

As autoridades de Gaza anunciaram um balanço de 22 mortos, incluindo nove crianças, nos ataques israelenses mais intensos desde novembro de 2019.

Em Israel, as equipes de emergência informaram que várias pessoas ficaram feridas após os lançamentos de foguetes a partir do território palestino.

O balanço do exército afirma que 200 foguetes foram lançados contra Israel desde segunda-feira, 90% deles interceptados pelo sistema antimísseis Cúpula de Ferro.

Outros caíram dentro da Faixa de Gaza, território controlado pelo Hamas.

Os novos ataques e disparos de foguetes acontecem em um momento de violência em Jerusalém Oriental, setor palestino da Cidade Sagrada ocupada e anexada por Israel.

Na segunda-feira, 520 palestinos e 32 policiais israelenses ficaram feridos em confrontos na Esplanada da Mesquitas e em outros pontos de Jerusalém Oriental.

O Hamas havia ameaçado Israel com uma nova escalada militar caso o exército do Estado hebreu não se retirasse até 18h (12h de Brasília) da esplanada.

Os confrontos coincidiram com o "Dia de Jerusalém" que, segundo o calendário hebreu, marca a tomada da parte leste da Cidade Sagrada pelo exército israelense em 1967.

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