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EUA investiga fraude de US$ 1,7 bi envolvendo plataforma de criptomoedas

Em liquidação judicial em julho de 202l, a Mirror Trading International (MTI) alegou garantir aos investidores um retorno potencial de mais de 100% ao ano - Adobestock
Em liquidação judicial em julho de 202l, a Mirror Trading International (MTI) alegou garantir aos investidores um retorno potencial de mais de 100% ao ano Imagem: Adobestock

30/06/2022 16h33Atualizada em 30/06/2022 16h51

A agência de regulação financeira americana CFTC levou à justiça uma plataforma especulativa sul-africana para exigir a restituição de US$ 1,7 bilhão depositados em criptomoedas por seus clientes.

Em liquidação judicial em julho de 202l, a Mirror Trading International (MTI) alegou garantir aos investidores um retorno potencial de mais de 100% ao ano, graças a um algoritmo que acabou sendo imaginário.

De acordo com a CFTC, a MTI e seu executivo-chefe, Cornelius Steynberg, aceitaram US$ 1,7 bilhão em bitcoins. Uma parte desse valor pertence a cerca de 23.000 residentes nos Estados Unidos.

É "a maior fraude de bitcoin já perseguida pela CFTC", disse o órgão em comunicado. De acordo com a mídia sul-africana, a MTI tinha cerca de 300.000 usuários no momento de sua suspensão em dezembro de 2020.

A MTI está sendo investigada e a Interpol emitiu um mandado de prisão internacional contra Cornelius Steynberg, que foi preso no Brasil em dezembro passado, onde aguarda uma decisão sobre sua extradição para a África do Sul, que quer processá-lo.

A CFTC alertou que os clientes podem nunca receber seu dinheiro de volta "porque as pessoas envolvidas podem não ter fundos suficientes".

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