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Coronavírus

RJ não entregará 2 dos 5 hospitais de campanha previstos por 'queda nas internações'

3.jun.2020 - Movimentação em frente ao hospital de Campanha do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro - Felipe Duest/Photopress/Estadão Conteúdo
3.jun.2020 - Movimentação em frente ao hospital de Campanha do Maracanã, na zona norte do Rio de Janeiro Imagem: Felipe Duest/Photopress/Estadão Conteúdo

01/07/2020 15h47

O secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Alex Bousquet, disse hoje (1º) que, dos cinco hospitais de campanha previstos para atender os infectados pelo novo coronavírus, apenas três serão concluídos.

Os hospitais de Duque de Caxias, Nova Iguaçu e Nova Friburgo terão suas obras terminadas e contarão com 20 leitos cada. "Esses hospitais servirão de retaguarda para uma possível segunda onda da epidemia", afirmou o secretário.

Já os hospitais de Campos e Casimiro de Abreu não serão concluídos. "Nesses locais, já existe uma intenção de pactuação com os hospitais particulares que atendem as regiões. Hoje, temos leitos disponíveis nos hospitais particulares", justificou.

Segundo ele, o principal motivo da decisão de não entregar esses dois hospitais é a queda das internações de covid-19 observada há várias semanas.

Em sua primeira coletiva de imprensa desde que foi anunciado como novo secretário, no último dia 22, Bousquet explicou que a programação dos hospitais de campanha foi feita em um momento em que a previsão era que o cenário da pandemia no estado seria muito pior, com mais casos e internações.

"Fazíamos prospecções de um verdadeiro cenário de guerra no país e no nosso estado. As estatísticas atuais, com a evolução da epidemia, se mostram menos desfavoráveis do que as iniciais", afirmou.

Os hospitais de campanha do Maracanã e de São Gonçalo, já em atividade, serão mantidos.

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