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Com mais dois senadores filiados, PSD terá segunda maior bancada da Casa

Presidente do PSD, Gilberto Kassab, atraiu mais dois senadores para a sigla - Amanda Perobelli/Estadão Conteúdo
Presidente do PSD, Gilberto Kassab, atraiu mais dois senadores para a sigla Imagem: Amanda Perobelli/Estadão Conteúdo

Renan Truffi

Brasília

29/01/2019 10h25

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, acertou nesta semana a filiação de mais dois senadores, o que deve tornar seu partido o segundo maior do Senado Federal, com dez parlamentares.

Devem migrar para a sigla até a data da posse, marcada para sexta-feira, dia 1º de fevereiro, os senadores Nelsinho Trad, eleito pelo Mato Grosso do Sul, e Lucas Barreto, eleito pelo Amapá --ambos haviam disputado a eleição pelo PTB.

Além dos dois, o PSD já havia encaminhado também a filiação do senador Carlos Viana, então eleito pelo PHS de Minas Gerais.

Com isso, o partido de Kassab saltou de sete senadores, após as eleições de outubro, para dez agora. Até o momento a sigla foi a que mais conseguiu aumentar seu tamanho entre outubro e o fim deste mês de janeiro.

O movimento coloca o PSD à frente do PSDB, do senador Tasso Jereissati e do governador de São Paulo, João Doria. Os tucanos elegeram oito parlamentes no Senado, mas não conseguiram atrair nenhum outro nome para o partido nesse mesmo período.

À frente do PSD está apenas o MDB, que saiu das urnas com 12 senadores, mas conseguiu atrair mais um parlamentar, o senador Eduardo Gomes, do Tocantins, que disputou a eleição pelo Solidariedade.

A ofensiva do partido é parte de uma estratégia para que o PSD possa pleitear cargos mais importantes na Casa, como revelou o Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, em dezembro.

Com a segunda maior bancada, o partido de Kassab deve reivindicar a vice-presidência do Senado, que, na última legislatura, estava sob controle justamente dos tucanos.

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