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Guerra da Rússia-Ucrânia

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Conteúdo publicado há
3 meses

Biden diz que China sofrerá 'consequências' se ajudar Rússia

18.mar.2022 - Biden se reúne por videconferência com o presidente da China, Xi Jinping - Reprodução/Twitter
18.mar.2022 - Biden se reúne por videconferência com o presidente da China, Xi Jinping Imagem: Reprodução/Twitter

18/03/2022 16h46Atualizada em 18/03/2022 16h47

A Casa Branca divulgou sua versão da conversa entre os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da China, Xi Jinping, ocorrida nesta sexta-feira (18) e disse que o líder norte-americano alertou para "consequências" em caso de apoio militar e econômico de Pequim a Moscou na guerra da Ucrânia.

Para Biden, essas "implicações e consequências ocorrerão [...] no caso de fornecimento de material de apoio à Rússia em seus ataques brutais contra as cidades ucranianas e os civis". O norte-americano pediu para que Xi "fique do lado certo" do conflito e disse que também está se "empenhando para uma solução diplomática da crise".

A nota da Casa Branca ainda ressalta que os dois líderes concordaram "com a importância de manter abertos os canais de comunicação para gerir a competição entre nossos países".

Mapa Rússia invade a Ucrânia - 26.02.2022 - Arte UOL - Arte UOL
Imagem: Arte UOL

Os dois presidentes ainda conversaram sobre a questão de Taiwan e Biden informou que "a política dos EUA sobre o território não mudou e garantiu que os EUA continuarão a se opor a qualquer mudança do status quo".

Conforme a agência de notícias estatal chinesa Xinhua, Xi fez um duro alerta contra Washington pelo apoio dados nos últimos anos aos separatistas de Taiwan e ressaltando que o território é "parte inalienável" da China.

"Algumas pessoas nos Estados Unidos enviam sinais errados às forças de independência de Taiwan, algo que é muito perigoso. Se a questão não for gerida adequadamente, terá um impacto subversivo na relação entre os dois países e espero que os EUA prestem suficiente atenção sobre isso", disse o líder de Pequim.