Sobrevivente do Holocausto se torna cidadã americana para votar em Hillary
Miami, 23 set (EFE).- Aos 100 anos, Menia Perelman, sobrevivente do Holocausto, tornou-se cidadã dos Estados Unidos nesta sexta-feira e confessou que fez isso para poder votar na candidata democrata à presidência, Hillary Clinton.
A ucraniana, que sobreviveu quatro anos em um campo de concentração nazista, fugiu com seu marido para República Dominicana, de onde depois se transferiu em 1993 aos Estados Unidos, segundo informou a emissora de televisão "CBS".
Com grande lucidez, a agora americana disse aos jornalistas que solicitou a cidadania para poder participar, no próximo dia 8 de novembro, das eleições presidenciais nos EUA e, embora a princípio tenha dito que seu voto era secreto, depois confessou que votaria em Hillary.
Perelman participou da cerimônia de naturalização de mais de uma centena de imigrantes de cerca de 30 países realizada na cidade de Kendall, ao sul de Miami.
"É um pouco tarde, mas estou muito feliz", comentou Perelman, que celebrou a ocasião com seus filhos e familiares vindos da República Dominicana e da cidade de Nova York.
A ucraniana, que sobreviveu quatro anos em um campo de concentração nazista, fugiu com seu marido para República Dominicana, de onde depois se transferiu em 1993 aos Estados Unidos, segundo informou a emissora de televisão "CBS".
Com grande lucidez, a agora americana disse aos jornalistas que solicitou a cidadania para poder participar, no próximo dia 8 de novembro, das eleições presidenciais nos EUA e, embora a princípio tenha dito que seu voto era secreto, depois confessou que votaria em Hillary.
Perelman participou da cerimônia de naturalização de mais de uma centena de imigrantes de cerca de 30 países realizada na cidade de Kendall, ao sul de Miami.
"É um pouco tarde, mas estou muito feliz", comentou Perelman, que celebrou a ocasião com seus filhos e familiares vindos da República Dominicana e da cidade de Nova York.
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